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Futebol - ( )

Sylvinho comemora volta para o Corinthians no momento certo

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Sylvinho esteve bem perto, em 2009, de voltar ao Corinthians. O lateral esquerdo conversou bastante com o então presidente Andrés Sanchez, mas acabou escolhendo o Manchester City e ficou satisfeito com a própria decisão porque, dos 35 para os 36 anos, atuou pouco no último clube de sua carreira como jogador.

“Não me arrependi. Eu estava no final, já não tinha mais as condições físicas ideais, não era o mesmo. Fui para o City porque o clube estava mudando. Fui a fim de levar um espírito vencedor pelo meu currículo de muitas conquistas, fui mudar um pouco a cara do grupo. Em um ano, tive dez participações. Se eu viesse ao Corinthians e jogasse dez vezes, ficaria extremamente decepcionado”, afirmou.

Terminada a sua passagem pelo clube azul de Manchester, Sylvinho começou sua trajetória em comissões técnicas. Ele já tinha esse plano --- e vinha, de certa forma, colocando-o em prática no contato diário com os treinadores no fim de sua carreira --- e ganhou com Vagner Mancini chances no Cruzeiro e no Sport.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Sylvinho deixou o Corinthians em 1999 e teve contato com vários treinadores consagrados
Agora, enfim, chegou a hora de retornar ao Timão, como auxiliar técnico. “Estou muito feliz. É sempre bom voltar para a casa, é o sonho do atleta que nasceu em um clube e marcou. Amo futebol, gosto, desfruto e sofro também. Entendo que jogar fora quase duas décadas de experiência na Europa seria um desperdício”, disse.

Sylvinho mencionou Wanderley Luxemburgo, Oswaldo de Oliveira, Arséne Wenger, Frank Rijkaard, Tito Vilanova, Pep Guardiola e Roberto Mancini entre os treinadores que o influenciaram, além do mentor Vagner Mancini. No Corinthians, e na carreira solo que persegue, esse “misto de culturas” é visto como um trunfo.

O ex-lateral esquerdo assumiu a vaga de Geraldo Delamore na comissão técnica de Tite. Segundo ele, o gaúcho já procurou colocá-lo no mesmo patamar dos outros assistentes, Cleber Xavier e Fábio Carille, e deu liberdade para o reforço expor suas ideias. “Ele é inquieto como o treinador”, vibrou o comandante.

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