Futebol/Copa do Mundo de 2014 - ( - Atualizado )

Aos pés do Cristo, campeões mundiais inauguram tour da taça da Copa

Rio de Janeiro (RJ)

Cinco ídolos brasileiros foram os responsáveis por dar início ao tour do troféu da Copa do Mundo, nesta quinta-feira. Aos pés do Cristo Redentor, Zagallo (1958), Amarildo (1962), Rivellino (1970), Bebeto (1994) e Marcos (2002) se juntaram para representar cada uma das conquistas da Seleção Brasileira e relembraram os bons momentos vividos com a amarelinha.

Sob clima saudosista, os ex-jogadores tiveram a chance de levantar a taça mais uma vez. Zagallo, o primeiro deles a ser campeão do Mundo, foi o responsável por revelá-la aos presentes.

“Estamos aqui com ex-atletas que representam os títulos mundiais. A gente vem com essa força grande para ajudar a Seleção Brasileira a conquistar o título novamente. Não vencemos em 1950, quando eu estava presente como soldado. Mas temos essa nova chance e o Brasil tem tudo para voltar a ser campeão diante de sua torcida”, disse o Velho Lobo.

AFP
Personagens do pentacampeonato brasileiro se uniram para dar largada ao tour da taça da Copa
Na sequência, Amarildo repetiu Bellini em 1958 e ergueu o troféu. Rivellino beijou a peça, enquanto Bebeto repetiu a famosa comemoração “embala neném” do Mundial de 1994. Convidado mais a vontade do quinteto, Marcos foi o último a ter contato com o objeto.

"Eu me lembro da noite em que ergui o troféu em 2002, no Japão. Foi um momento inesquecível, que me encheu de honra e orgulho por meu país. É ótimo os torcedores tenham a chance de sentir algumas das emoções que só podem vir de um verdadeiro símbolo do futebol mundial", exaltou o goleiro.

O evento contou ainda com as presenças de Michel Davidovich, vice-presidente e gerente geral brasileiro da Coca-Cola, patrocinadora da Copa do Mundo responsável pelo tour, Thierry Weil, diretor de marketing da Fifa, e breve apresentação musical do grupo Monobloco e dos cantores David Colin e Gabriela Amarantos.

No próximo dia 27, a taça embarcará em viagem de 267 dias por todo o planeta. Ao todo, 89 países terão a sorte de ver de perto o maior símbolo da Copa do Mundo desde 1974 – ano em que substituiu a histórica Jules Rimet, posse do Brasil após o tricampeonato no México. Os torcedores, no entanto, terão que se contentar em vê-la de longe, já que apenas campeões mundiais e chefes de Estado poderão tocá-la.

AFP
Símbolo da Cidade Maravilhosa e do país, o Cristo Redentor foi o local escolhido para o evento

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