Futebol/Seleção Brasileira - ( - Atualizado )

De volta após dois anos, Maicon quer agarrar chance para “não sair mais”

Brasília (DF)

Titular durante a Era Dunga, Maicon foi preterido na renovação promovida por Mano Menezes na Seleção Brasileira. Com a promoção de Daniel Alves a dono absoluto da lateral direita, o jogador foi lembrado poucas vezes pelo antigo treinador e ganhou apenas uma oportunidade como titular – na despedida de Ronaldo, contra a Romênia, em junho de 2011.

Convocado por Felipão para os amistosos contra Austrália, no sábado, e Portugal, na terça-feira, o novo lateral direito do Roma acabou contando com a sorte e será o titular das partidas após lesão no tornozelo direito de Daniel Alves. Animado com a chance, Maicon promete dar o seu melhor para seguir no grupo que disputará a Copa do Mundo de 2014.

“Sempre que vesti a camisa da Seleção Brasileira procurei fazer o meu melhor. E cada vez que recebo uma oportunidade como essa é assim. Mais uma vez fui convocado e espero que tudo corra bem como anteriormente. Meu objetivo é não sair mais da Seleção”, diz o jogador.

Divulgação/Vipcomm
Maicon será titular da Seleção após dois anos e dois meses (Foto: Bruno Spada)
Apesar de toda a experiência acumulada na Europa e com a camisa amarelinha, Felipão alertou que a convocação de Maicon era mais um teste para a posição. Ciente de que precisa mostrar serviço para estar presente nas próximas listas, o jogador comemora a oportunidade no time titular.

“Todos os jogadores sabem da responsabilidade de vestir a camisa da Seleção Brasileira. E maior ainda vai ser nossa responsabilidade por jogar um Mundial no Brasil. Não posso provar nada (com palavras), preciso receber a oportunidade dentro de campo. A partir daí, cada um vai tirar sua conclusão de como o Maicon está”, conclui.

Um dos pilares do time de Dunga, Maicon esteve no grupo de Mano Menezes que fracassou na Copa América de 2011, na Argentina. Após a eliminação nas quartas de final, porém, ele perdeu espaço e foi convocado apenas para o amistoso contra a Alemanha, em outubro daquele ano, mas sequer saiu do banco de reservas.

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