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De volta, Vilson ainda sonha com Stuttgart: "Quem sabe no futuro?"

São Paulo (SP)

O Palmeiras tem, por contrato, prioridade para ficar com Vilson e os representantes do zagueiro seguem negociando a renovação com o clube, mas o próprio jogador, que já está livre para assinar um pré-contrato com qualquer time e sair de graça no fim do ano, ainda não desistiu de atuar na Europa. Tanto que revelou cogitar o Stuttgart, com quem não acertou mesmo tendo viajado para a Alemanha há menos de três semanas.

“Fico muito agradecido pela postura do Stuttgart. Quem sabe no futuro não pode acontecer?”, comentou o zagueiro, que justificou a pressa para embarcar para a Europa com a proximidade do fim de transferências no continente naquele momento, mas não concordou com todas as condições financeiras oferecidas.

“Chegou alguns números, não proposta. Mas faltava pouco tempo para fechar a janela, então viajei. Eu sabia de alguns números só, e acabei não concordando com algumas coisas. Quando vi os outros, achei que não valeria a pena sair do Brasil e do Palmeiras no momento”, contou.

O zagueiro diz que não houve proposta, contrariando a informação passada pelo diretor executivo José Carlos Brunoro, que alegou ter recebido um fax do Stuttgart confirmando a oferta. A diretoria receberia R$ 700 mil pela negociação, exatamente o que gastou com Vilson, que assinou com o Verdão em fevereiro já avisando que não queria dificuldades para ser liberado ao futebol europeu em agosto.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Zagueiro viajou à toa para a Alemanha, mas ainda quer o Stuttgart e está livre para assinar com qualquer clube
“Era uma situação já acertada de que eu poderia ir para fora e o Palmeiras não iria impedir, tanto que o valor era baixo para um clube europeu. Nem eu nem o Palmeiras tivemos culpa”, falou Vilson. Seu empresário, porém, foi considerado o culpado pela frustrante negociação na avaliação da diretoria do Verdão.

Brunoro contou que estava pronto um pré-contrato para garantir a continuidade de Vilson no clube – a intenção era renovar com ele por até quatro anos. Mas tudo foi desfeito depois da viagem à toa para a Alemanha. O Palmeiras, agora, só se apega à prioridade para ficar com o zagueiro, que já está livre para firmar acordo e defender qualquer time a partir de janeiro, inclusive o Stuttgart.

“A tendência é renovar, a prioridade é do Palmeiras. Entrego na mão de Deus. O que for melhor para mim e para o clube, vai acontecer”, comentou Vilson. “Saí daqui feliz e volto feliz da mesma forma, com o apoio de todos: diretoria, jogadores e comissão técnica, e sinto um respeito muito grande dos torcedores. Fui para negociar e não deu certo, acabou que nem saí. Fico feliz por dar sequência ao trabalho.”

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