Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Edu reitera confiança em Tite e nega que Mano seja uma sombra

Marcos Guedes São Paulo (SP)

O gerente de futebol do Corinthians, Edu Gaspar, seguiu a linha adotada pelos demais dirigentes alvinegros. Em entrevista concedida no CT do Parque Ecológico, na tarde de sexta-feira, ele assegurou a confiança do clube no técnico Tite em meio a uma série de resultados negativos e negou que a disponibilidade de Mano Menezes, que teve passagem vitoriosa pelo Parque São Jorge e acaba de deixar o Flamengo, mude o cenário.

“Agora, não”, disse o dirigente, antes de tentar evitar que sua frase fosse interpretada como “daqui a pouco, sim”. “Não, pô! Eu acabei de falar que temos toda a confiança no Tite. Houve uma queda de produção, sim, mas é inegável o bom trabalho feito pelo Tite nos últimos anos. Não se faz a avaliação de um profissional em um, dois ou três jogos.”

A diretoria do clube tem repetido frequentemente que não está nos planos desfazer-se do técnico com o qual conquistou o Mundial do ano passado. A posição oficial não mudou após a quinta partida seguida sem vitória – foram quatro derrotas – nem com o pedido de demissão de Mano no Flamengo.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
A série de resultados ruins está pesada, mas Tite conta com a confiança da diretoria alvinegra
“Se existisse negócio de sombra, nunca trabalharíamos tranquilos aqui porque sempre tem treinador no mercado. Agora, tem o Mano, mas já estavam aí o Abel Braga, o Caio Júnior, o Muricy estava desempregado até bem pouco tempo atrás. Nós estamos contentes com o Tite, é inegável o trabalho dele”, repetiu Edu.

O gerente de futebol disse que o Corinthians já conversa com o gaúcho sobre a possibilidade de renovação do contrato, que termina em 31 de dezembro. O treinador preferiu deixar a conversa para depois, concentrando-se agora em findar a crise e reencontrar o futebol perdido.

“Não foi uma proposta, mas conversamos. É a coisa mais profissional iniciar as tratativas, avaliar o interesse dos dois lados. São duas partes, e não dá para resolver as coisas correndo, em um dia”, explicou o dirigente.

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