Futebol/Brasileiro Série B - ( - Atualizado )

Inspirado em Marcos, Wendel quer renovar para se aposentar no Verdão

William Correia São Paulo (SP)

Wendel não é uma figura comum em jogos do Palmeiras. Neste ano, por exemplo, foram só dez partidas pelo clube, apenas duas delas na Série B do Brasileiro. Mas o volante, que apareceu no futebol com a camisa do Verdão, é um dos mais esforçados no treino e se apega a Marcos, um dos maiores ídolos da história alviverde, para pedir a renovação de seu contrato e se aposentar usando o símbolo que ama.

“Estou há 11 anos no Palmeiras. É uma vida aqui dentro”, disse o jogador de 31 anos e que passou quase quatro anos sendo emprestado, a contragosto, para Santos, Goiás, Atlético-PR, Grêmio Barueri e Ponte Preta por não ter espaço no Verdão, com o qual tem vínculo até 31 de dezembro.

“Passei por várias fases aqui: fui campeão, briguei para não cair, fui titular, reserva e até já treinei separado. Mas estou onde sempre quis, no clube que amo. Vestir a camisa do Palmeiras é a maior alegria que existe”, falou Wendel, sem esconder a alegria de fazer parte do elenco, independentemente de só ter jogado as duas últimas partidas, por exemplo, improvisado na lateral esquerda.

“Quero encerrar a minha carreira aqui para seguir o Marcos, que é meu amigo e admiro muito”, comentou falando como um torcedor para pedir a prolongação de seu contrato. “Pretendo renovar. Ano que vem é centenário”, lembrou, mantendo o perfil de palmeirense das arquibancadas ao citar o Palestra Itália como mais um motivo para ficar.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Volante é um dos mais dedicados nos treinos e sonha jogar no reformado Palestra Itália pelo clube que ama
“Passo e vejo a Arena sendo construída... Joguei muitas partidas naquele estádio, até pela base. É o meu sonho jogar no estádio novo, que vai ficar muito bonito. Quero vestir a camisa do Palmeiras ali dentro”, comentou, ressaltando que se sente em casa. E não quer sair de onde está tão à vontade.

“Tenho um bom relacionamento com diretores, conselheiros e torcida. Ando na rua e recebo o carinho tanto de quem é de organizada quanto do torcedor comum. Isso me alegra”, comemorou, à espera do aval de Paulo Nobre para ficar. “Estamos conversando. Espero o final do ano para ver o que vai acontecer. As conversas estão em andamento com o presidente. Se Deus quiser, vai dar tudo certo, com fé em Deus.”

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