Futebol/Brasileiro Série B - ( - Atualizado )

Jogadores do Palmeiras nem lembram de vexame contra ASA há 11 anos

William Correia São Paulo (SP)

Nesta terça-feira, o Palmeiras enfrentará o ASA em São Paulo pela primeira vez desde a traumática eliminação na Copa do Brasil de 2002. Mas um dos maiores vexames da história do clube não é conhecido no elenco. Escolhido para dar entrevista coletiva nesta segunda-feira, Alan Kardec revelou que não sabia do resultado de 11 anos atrás.

“Eu não fazia a mínima ideia”, disse o atacante, que tem 24 anos de idade e, na época, tinha somente 13 anos. O hoje camisa 14 não acompanhou a derrota por 1 a 0 em Arapiraca e a inútil vitória por 2 a 1 no Palestra Itália, que eliminou o Palmeiras por conta do gol que sofreu em casa e de não ter feito nenhum em Alagoas.

Mas o ‘fantasma’ que pode existir no confronto não atinge o artilheiro. “O Palmeiras saiu há 11 anos em uma eliminatória de Copa do Brasil contra o ASA. Agora é uma história totalmente diferente, o grupo está focado em buscar a vitória, com todos trabalhando, treinando, preparados, com foco total para a vitória.”

Fernando Dantas/Gazeta Press
Alan Kardec soube do vexame palmeirense em 2002 durante a sua entrevista, nesta segunda
O mesmo discurso foi adotado para responder a questionamentos similares antes do primeiro reencontro entre Palmeiras e ASA desde 2002, pelo primeiro turno da Série B deste ano, em 28 de maio, em Arapiraca.

Naquele dia, o atual líder da Série B do Brasileiro provou que o passado não influencia no primeiro turno. A equipe de Gilson Kleina, ainda sem Alan Kardec, venceu o ASA com facilidade impondo 3 a 0 ainda aos 42 minutos do primeiro tempo.

O discurso, porém, é de respeito para evitar novas surpresas desagradáveis. “É complicado sempre. São 11 companheiros do lado de lá, lutando e fazendo o melhor deles. E, quando se joga contra o Palmeiras, na nossa casa, essas equipes querem se aproveitar, fazer pontos. são fatores que têm nos atrapalhado um pouco, porque se defendem muito. Mas não podemos abrir mão de jogar como estamos jogando”, indicou Alan Kardec.

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