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Mesmo com nomes de peso no mercado, Claudinei refuta pressão

Do correspondente Rodrigo Martins Santos (SP)

Efetivado no comando do Santos, o técnico Claudinei Oliveira tem contrato até o fim do ano com o clube praiano. Apesar disso, o treinador do Peixe admite que não pode se sentir firme no cargo, devido a forte cobrança que sempre cerca os profissionais do ramo, no Brasil. No entanto, Claudinei garante que não se sente pressionado, apesar de nomes de peso estarem desempregados e disponíveis no mercado.

“Me sinto um privilegiado, por dirigir um dos clubes mais vitoriosos do futebol brasileiro. O Paulo Autuori saiu de dois clubes (Vasco e São Paulo) neste Brasileirão, o Muricy (Ramalho) também (deixou o Santos), o Abel Braga está desempregado (desde que foi demitido do Fluminense. Enfim, ninguém está tranquilo. Só que alguns deles fazem contratos com multas milionárias e, depois, ficam tranquilo. Nesse sentido, eu ainda tenho que ‘remar’ muito para chegar no nível desses caras”, disse o comandante santista, já habituado com a pressão.

“Não é por ter contrato até o fim do ano que estou seguro. Até porque, quando você perde duas, três ou partidas no Brasil, o seu trabalho já é questionado. A gente sabe que sempre corre riscos”, comentou.

A mais recente demissão foi a de Mano Menezes, ex-técnico da Seleção Brasileira, que entregou o cargo e deixou o Flamengo. Porém, Claudinei Oliveira prefere dar prosseguimento ao seu trabalho, tentando colocar os santistas dentro do G-4, que garante vaga na próxima edição da Copa Libertadores da América.

“Não posso ficar pensando: saiu o Mano do Flamengo e agora? O que eu faço? Não... sigo trabalhando, chego aqui (no CT Rei Pelé) e dou meu treino, normalmente. Me preocupo com o hoje, não posso pensar o que vai ser amanhã”, finalizou.

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