Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Não informado, novo contrato de Muricy tem poucos meses de duração

Tossiro Neto São Paulo (SP)

Iniciada nesta terça-feira, a terceira passagem de Muricy Ramalho pelo São Paulo como treinador não teve detalhes de contrato bem esclarecidos. Porém, ao contrário do que informou a diretoria sobre um acordo de "tempo indeterminado", ele tem curta duração e não passa de abril de 2014, mês em que será realizada a próxima eleição presidencial.

O conselheiro e ex-presidente Carlos Miguel Aidar, que se tornou candidato de consenso da situação para concorrer ao pleito, conversou nesta manhã com o treinador, no CT da Barra Funda. Ele avisou a Muricy que, caso seja confirmado como sucessor de Juvenal Juvêncio, vai estender seu contrato até o fim do período de sua gestão.

Aidar participou da reunião que definiu a troca de Paulo Autuori por Muricy, na segunda-feira à tarde, no Morumbi. Nela, ficou acordado um vínculo inicial apenas para esta temporada, na qual o São Paulo tenta escapar do rebaixamento à segunda divisão nacional. Seu destino será analisado de acordo com a campanha da equipe no Campeonato Brasileiro.

Como é praxe, no documento preparado pelo departamento jurídico e assinado por Muricy havia uma cláusula que permite rescisão a qualquer momento, sem grandes custos para qualquer parte - mais precisamente, um mês de salário. Foi assim com Autuori e os demais treinadores recentes.

Com o treinador tricampeão brasileiro, volta também seu inseparável auxiliar, Mário Felipe Peres, o Tata. A diretoria também recontratou José Mário Campeiz, o Zé Mário, preparador físico dispensado no início de julho, pouco depois da saída do técnico Ney Franco. Além de Autuori, saíram o assistente Renê Weber e o preparador Gilvan Santos.

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