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Sem cravar acesso, Nobre elogia “belo trabalho” de comissão técnica

Yan Resende, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

O discurso entre os dirigentes do Palmeiras ainda é de muita cautela. A situação confortável da equipe na Série B, que já soma 17 pontos de vantagem sobre o quinto colocado, não é motivo de euforia para Paulo Nobre. De acordo com o presidente do clube do Palestra Itália, a comissão técnica vem realizando um bom trabalho, já que o principal objetivo do ano está perto de ser conquistado, mas o Verdão ainda não subiu.

“O ambiente está excelente no Palmeiras. O grupo está muito focado em subir à primeira divisão e a comissão técnica está fazendo um belo trabalho, muito perto de atingir o objetivo que traçamos no começo do ano”, destacou Paulo Nobre, ao avaliar o desempenho da equipe alviverde em 2014.

Em relação ao retorno á elite do futebol brasileiro, o presidente adotou um discurso conservador, afirmando que ainda não há nada conquistado. Sendo assim, Paulo Nobre aproveitou para cobrar a mesma dedicação de seus jogadores no restante da Série B, evitando um possível relaxamento diante de uma situação confortável.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Em relação ao retorno á elite, Nobre adotou um discurso conservador, afirmando que não há nada conquistado
“Muito próximo do acesso pode pensar o torcedor e a opinião pública, mas nós, dentro do Palmeiras, entendemos que não subiu ainda. Por isso, é fundamental estar focado e concentrado a cada jogo. Então, o jogo deste sábado contra o América-RN é tão importante quando cada partida já realizada no campeonato”, alertou o mandatário do Palmeiras.

Durante um evento sobre empreendedorismo nesta quarta-feira, em São Paulo, no qual a atual gestão palmeirense foi usada como exemplo, Paulo Nobre falou sobre sua trajetória dentro do clube até chegar á presidência. O mandatário ainda se lembrou da eliminação do Verdão na Copa do Brasil desse ano, após uma derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, para mostrar qual deve ser sua postura até o fim do mandato.

“Depois do jogo contra o Atlético-PR, eu tinha a obrigação de dar satisfação a 20 milhões de palmeirense. Eu, que tenho um orgulho muito grande desse elenco, sabia que esse elenco poderia muito mais. Aquela minha manifestação foi muito mais para com o torcedor palmeirense, para que ele ficasse tranquilo que cobranças existiriam. Sempre que for necessária uma manifestação minha como presidente, eu jamais vou me furtar”, conclui.

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