Futebol/Brasileiro Série B - ( )

Verdão calcula que será campeão se repetir pontos do primeiro turno

William Correia São Paulo (SP)

O Palmeiras terminou o primeiro turno da Série B do Brasileiro sob vaias de seus torcedores no Pacaembu após empatar sem gols com a Chapecoense, mas tem tanta convicção de seu desempenho na metade inicial do torneio que já calcula: basta repetir os 42 pontos das 19 primeiras rodadas para ser campeão. Essa é a conta de Alan Kardec.

“Não é fácil terminar um turno com 42 pontos, são números altos. Com mais 42, são 84, um número maravilhoso em campeonatos de pontos corridos. Vamos tentar isso ou até melhorar. É difícil, mas se fizermos igual, é pontuação para título”, definiu o centroavante, com razão de acordo com o histórico da competição.

Desde a implantação dos pontos corridos na segunda divisão nacional, o campeão com menor pontuação foi o Coritiba, em 2007, com 69 pontos. Caso atinja os 84 pontos, o Verdão terá a segunda melhor campanha da história da Série B, ficando atrás somente do Corinthians de 2008, que teve 85.

O desempenho no turno já foi histórico: só o Vitória de 2012, com 44 pontos, teve mais eficiência que o Palmeiras deste ano. “Sabemos o que fizemos até agora. Assim, a tendência é manter ou até melhorar, mas teremos jogos difíceis, complicados”, indicou Alan Kardec.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Alan Kardec prevê título com 84 pontos, número possível se o time repetir os 42 pontos somados no turno
A partida contra o ASA, nesta terça-feira, no Pacaembu, é vista como um passo para a conquista, mesmo que o foco do Palmeiras ainda seja em se distanciar de quem está na quinta posição – hoje, essa vantagem é de 14 pontos. “Temos condições de abrir vantagem do quinto colocado, e, consequentemente, conseguir o nosso objetivo de título”, apontou Alan Kardec.

A dificuldade na reta final do turno, com uma derrota e dois empates, foi momentânea na opinião de Kardec – até porque, diante do Boa, o Palmeiras teve um time misto. “Contra Chapecoense e Ceará, finalizamos muito, faltou sorte na conclusão das jogadas. E temos que continuar jogando, sem mudar a nossa identidade. Jogamos para frente, com qualidade, e não podemos mudar isso porque as coisas não aconteceram a nosso favor”, incentivou Alan Kardec.

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