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Claudinei evita projeção por G-4, mas diz: “Vamos brigar até o fim”

Do correspondente Rodrigo Martins Santos (SP)

Após o empate com o Internacional-RS, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, o técnico Claudinei Oliveira admitiu que a tarefa do Santos de chegar ao G-4 do Campeonato Brasileiro, que garante vaga na próxima edição da Copa Libertadores da América, está cada vez mais difícil. Para o treinador, a principal dificuldade de sua equipe, na tentativa de se aproximar da zona de classificação para a Libertadores, é a falta de uma sequência de vitórias na competição.

“Não gosto de fazer projeção sobre o G-4. Se ele virar G-5 ou G-6 (com a possibilidade de algum rival do pelotão de frente vencer a Copa do Brasil - Botafogo, Grêmio ou Atlético-PR), nós teremos mais chances. Precisamos ser realistas neste momento. Vamos continuar buscando o G-4, mas vai ser difícil, sem uma série de três vitórias seguidas no Brasileirão, por exemplo. Porém, vamos brigar até o fim pela classificação”, analisou Claudinei.

Com os resultados desta quarta, o Peixe segue nove pontos atrás do quarto colocado. Os botafoguense ocupam essa posição, no momento, mas ainda entram em campo no complemento da rodada. O time carioca visita o Vitória, nesta quinta, a partir das 21 horas (horário de Brasília), no Barradão.

O comandante alvinegro ainda destacou que, com a proximidade entre vários clubes na tabela de classificação, o campeonato deve ter jogos cada vez mais disputados e com poucos gols, até o fim da Série A deste ano.

“A tendência no Brasileirão é que não tenhamos jogos tão brilhantes. Neste momento da competição, você precisa olhar a tabela. Nós, contra o Inter, se saíssemos de qualquer jeito, como ‘índios’, poderíamos ficar cinco pontos atrás deles na classificação (a diferença atual é de um ponto, 41 a 40). Quando tivermos jogos entre equipes próximas na tabela, serão mais ‘pegados‘, mais marcados mesmo. Penso que vamos ter muitos 0 a 0, 1 a 0, etc. Daqui para frente, vamos ter jogos ‘amarrados‘, porque o campeonato está muito embolado”, concluiu.

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