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Claudinei nega lições de jogo com Timbu e destaca função de Montillo

Do correspondente Rodrigo Martins Santos (SP)

Em jogo atrasado do primeiro turno, o Santos empatou com o Náutico, por 1 a 1, no dia 25 de setembro, na Vila Belmiro. Menos de um mês depois, o Peixe volta a duelar com o Timbu, neste sábado, a partir das 18h30 (horário de Brasília), na Arena Pernambuco. No entanto, o técnico Claudinei Oliveira minimizou qualquer tipo de aprendizado com a partida da 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, para o encontro deste final de semana.

“Não tem lição nenhuma, pois não faltou respeito ao Náutico. O Marcelo (Martelotte, técnico do Náutico) deu uma motivação extra aos jogadores deles e não jogamos bem aquele dia”, explicou Claudinei, que lembrou da lesão do meia Montillo, naquela partida.

Para o treinador santista, o fato de o argentino ter saído com uma lesão na panturrilha direita, ainda no primeiro tempo daquele confronto, prejudicou as hipóteses de vitória dos santistas, na ocasião. “Nós perdemos o Montillo no começo do jogo. É um atleta que faz muita falta, pela sua qualidade”, comentou.

Sobre Montillo, Claudinei Oliveira ainda destacou a nova função tática do camisa 10 alvinegro. O comandante ressaltou que o argentino tem tido mais liberdade para ajudar na criação de jogadas e na conclusão dos lances de ataque da equipe praiana, por ainda não estar no seu melhor condicionamento físico.

Divulgação/Santos FC
O técnico do Santos, Claudinei de Oliveira, reconheceu a importância do argentino Montillo para seu time
“Estamos jogando no 4-4-2, com dois atacantes abertos. O Montillo não tem responsabilidade de marcar. Ele não está jogando como atacante, mas sim como meia, que flutua nas costas do adversário, fazendo movimentações dentro de campo. Sem a bola, ele fica um pouco mais à frente. É uma opção nossa deixá-lo livre de marcação, enquanto ele ainda não está 100% fisicamente. Não tem sentido ele, ainda sem o ritmo de jogo ideal, ser colocado para fazer uma função tática de marcação, e quando tiver a bola, não resolver o que a gente precisa”, encerrou.

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