Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Com crise corintiana controlada, Tite mantém distância do rachão

Marcos Guedes Mogi Mirim (SP)

Há uma semana, em meio a uma sequência de oito partidas sem vitória do Corinthians, Tite participou animadamente do rachão dos jogadores em Mogi Mirim. Segundo ele, era uma maneira de mostrar que era necessário ter alegria mesmo nos momentos difíceis. Com a crise relativamente controlada, não houve a necessidade de passar a mesma mensagem.

Depois de derrotar o Bahia em Mogi e empatar com o Atlético-MG em Belo Horizonte, o time alvinegro retornou ao interior de São Paulo – ainda pagando punição do STJD. Na véspera do confronto com o Atlético-PR, no Romildão, o gaúcho manteve a habitual distância do treino recreativo.

A atitude foi só uma das indicações de que o clima ficou mais ameno em sete dias. Havia bem menos repórteres à espera do ônibus da equipe, e nenhuma pergunta foi feita sobre a possibilidade de Tite sair do clube, assunto que dominou a entrevista antes da partida contra o Bahia.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Equipe vencedora do rachão no Romildão posa para fotografia na companhia do árbitro Alessandro
“Na chegada ao estádio, já não tinha tanta gente. Na semana passada, tinha trocentos repórteres. (A ausência no) rachão também mostra isso, assim como o fato de que tem bem menos gente aqui”, sorriu o gaúcho, feliz ainda por não responder questionamentos sobre risco de rebaixamento.

Como o pior ficou para trás, imagina Tite, ele não precisou se arriscar muito com a bola no pé. O treinador observou de longe o rachão apitado por Alessandro, que teve um golaço de Douglas, e brincou apenas de acertar o travessão ao fim da atividade, em chutes de fora da área. Teve sucesso na primeira tentativa.

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