Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Com Muricy e Ganso, São Paulo tenta vencer primeiro clássico

Tossiro Neto São Paulo (SP)

O São Paulo que enfrenta o Santos, às 21h50 (de Brasília) desta quarta-feira, tem dois personagens que fizeram história no clube adversário: além de Paulo Henrique Ganso, com outra camisa desde o ano passado, agora também Muricy Ramalho, treinador que voltou ao Morumbi depois de uma passagem igualmente vitoriosa pela Vila Belmiro.

O duelo desta noite, já vivenciado por Ganso duas vezes, será o primeiro do treinador desde que foi demitido de lá e, ao contrário do que se possa supor, é bem-vindo. "Tenho muitos amigos lá, assim como deixei aqui também quando saí. Será legal reencontrar os caras. Mas isso é só antes do jogo, porque nós precisamos dessa vitória", diz.

O São Paulo precisa da vitória na Baixada Santista porque está apenas dois pontos acima da zona de rebaixamento. E o problema não é só a campanha sofrível no Campeonato Brasileiro, mas também o retrospecto negativo em clássicos na temporada em geral. Foram cinco derrotas (duas para o Santos e três para o Corinthians) e três empates (dois com o Corinthians e um com o Palmeiras).

Por outro lado, são bons os números da versão são-paulina de Muricy contra o Santos: oito vitórias, seis empates e apenas duas derrotas. "Tenho essa experiência em clássicos. Ainda mais diante de um time que eu trabalhei, como o Santos, porque conheço bem. É gostoso disputar esse tipo de jogo, porque tem história e torcida", destaca.

As lembranças de Ganso não são as melhores - uma derrota no Morumbi e uma na Vila, na qual foi alvo de moedas dos torcedores santistas -, porém o meia vive seu melhor momento no São Paulo. Engatou uma sequência de 15 partidas (13 como titular) e vem se destacando como um dos melhores do time. Principalmente agora, sob comando do velho conhecido e também ex-santista Muricy.

"O Ganso está cada vez melhor e correu demais neste jogo, o estado físico dele está melhorando muito. Hoje (domingo), ele ditou o ritmo", disse o treinador, após a derrota para o Grêmio, na rodada passada.

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