Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Com time “abaixo” em Mogi, Corinthians apela a reforços e garoto

Marcos Guedes Mogi Mirim (SP)

Quem ligou a televisão nos dez minutos finais de Corinthians x Atlético-PR não precisou olhar para o placar para perceber que o time alvinegro não estava em vantagem. Formada por dois jogadores que chegaram na semana passada e um garoto de 20 anos em quem o técnico ainda não tem grande confiança, a linha de armadores sugeria certo desespero.

Na palavra escolhida por Tite, a equipe esteve “abaixo” no empate por 0 a 0 em Mogi Mirim. O principal problema foi novamente a criação das jogadas, motivo pelo qual ele resolveu experimentar com Diego Macedo, Rodriguinho e Paulo Victor. Segundo o gaúcho, não foi uma tentativa afoita.

“Necessidade e qualidade. O Rodriguinho é um jogador de articulação, eu tinha a possibilidade de organização. Era um jogo muito intenso, o gramado não favorecia os dois lados. Foram poucas oportunidades”, afirmou o gaúcho, que acionou o meia já no intervalo.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Paulo Victor entrou pela esquerda, mas, de acordo com Tite, "a camisa ainda pesa"
Rodriguinho havia estreado na partida do final de semana, contra o Atlético-MG, outro empate sem gols. Ele entrou bem em Minas, mas, mesmo buscando o jogo, não conseguiu deixar impressão semelhante contra o Atlético-PR. Por isso, houve a necessidade de acionar Paulo Victor e, depois, o estreante Diego Macedo – que é lateral.

“O Paulinho é um jogador agressivo, o mais atacante que a gente tinha à disposição, mas a camisa pesa ainda. Tentei também a velocidade do Diego pelo lado do campo. Não deu”, resumiu Tite.

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