Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Crise alvinegra não tira clima de interior das barraquinhas de Mogi

Marcos Guedes Mogi Mirim (SP)

A crise do Corinthians não conseguiu tirar o clima de interior antes da partida contra o Bahia, em Mogi Mirim. Era tranquilo o ambiente no entorno do estádio Romildão no período prévio ao confronto no qual o time do Parque São Jorge tentaria encerrar uma sequência de oito partidas sem vitória.

A movimentação sugeria um público pequeno. Com poucos ingressos vendidos antecipadamente, havia uma fila não muito cansativa nas bilheterias da arena do Mogi, que tem capacidade para cerca de 30 mil espectadores.

Como Mogi Mirim não é São Paulo, observava-se uma descontraída reunião de pessoas nas barraquinhas das ruas que cercam o Romildão. Cerveja foi, de longe, o item mais procurado, mas os espetinhos de carne, vendidos a R$ 3, também tiveram ótima saída.

“Olha, não sei se vai encher o estádio ou não, mas, para mim, está bom demais. Por mim, o Corinthians poderia jogar sempre aqui, sem problemas”, afirmou a desinibida Francielly Castro, que servia refrigerantes e cerveja com um sorriso largo no rosto.

“Sou palmeirense, mas não ligo muito, não, não tem problema”, disse a vendedora, questionada se valia até gritar o nome do time do povo na tentativa de fazer uma graninha extra com a visita alvinegra. Sua resposta lhe rendeu mais R$ 12, com a venda de três cervejas: “Vai, Curinthia!”.

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