Futebol/Brasileiro Série B - ( )

Nobre condiciona gastos a investidores e evita previsão para 2014

Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

O presidente Paulo Nobre deixa claro desde agora que não pode garantir reforços badalados para o Palmeiras na volta à primeira divisão nacional. Depois de ter obtido matematicamente o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, com o empate por 0 a 0 contra o São Caetano, no sábado, o mandatário explicou que os gastos só serão altos se o clube atrair parceiros nas contratações.

“Vai depender muito se eventualmente surgirem investidores interessados em colocar no clube jogadores que agradem à comissão técnica. Não podemos fazer previsão do que vai acontecer em 2014 e não vamos iludir ninguém, porque não estamos em situação financeira para fazer loucuras devido às administrações que tiveram cultura diferente da nossa”, afirmou.

A torcida alviverde espera por uma temporada de glórias em 2014, quando o clube completará 100 anos de fundação e deverá reinaugurar seu estádio. Porém, Nobre advertiu que a festa não o pressionará na montagem do elenco, demonstrando que pode apostar novamente em um time “sangue na veia”, que foi seu lema durante este ano.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Paulo Nobre avisou que não ficará refém do centenário durante a busca por reforços
“Não quero decepcionar ninguém, mas o Palmeiras não será refém do ano do centenário. O clube terá uma equipe competitiva, que vai honrar a camisa, assim como foi honrada em 2013”, acrescentou.

O presidente também faz mistério sobre o futuro dos 13 jogadores que têm vínculos até dezembro: Leandro, Vilson, Rondinelly, Léo Gago, Ananias, Marcelo Oliveira, Charles, Márcio Araújo, Fernandinho, André Luiz, Wendel, Bruno e Ronny.

“Conversas sobre renovação são similares às de contratações e eu não comento nada até que estejam concluídas”, despistou o mandatário, que quitou a última parte dos direitos de imagens atrasados do elenco na sexta-feira, referente a uma parcela que se arrastava desde a gestão de Arnaldo Tirone. Assim, o clube não tem mais dívidas com os atletas.

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