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Perto de deixar Ministério, Rebelo discute novidades para Esporte

Brasília (DF)

Pré-candidato do PCdoB ao governo do estado de São Paulo em 2014, o ministro do esporte, Aldo Rebelo, anunciou nesta quarta-feira, que deve deixar o cargo no final do ano, projetando ter todos os estádios para a Copa do Mundo prontos.

"Aí, completa um ciclo. Nós queremos cumprir o cronograma estabelecido e ter os 12 estádios das 12 cidades-sede. Não vai ter grandes problemas. Porém, na vida, você não pode fechar as portas para nenhuma possibilidade", declarou, deixando aberta a possibilidade de permanecer na pasta em caso de pedido da presidenta.

O ministro também comentou as recentes ameaças do Primeiro Comando da Capital (PCC), principal grupo do crime organizado de São Paulo, à realização do Mundial.

"O Brasil é um País com muitos problemas, mas razoavelmente sofisticado em algumas coisas. Temos um sistema de segurança que tem a Polícia Federal, o Ministério da Defesa, a Força Nacional, além das instituições policiais com tradição. Não creio que uma organização criminosa possa ameaçar um evento como a Copa do Mundo", analisou Rebelo.

Reeleições limitadas - O ministro também deu parecer favorável à Medida Provisória que pretende limitar a oito anos o mandato de presidentes de entidades esportivas que recebem recursos públicos.

A MP já foi aprovada na Câmara e no Senado e precisa agora da sanção de Dilma Rousseff para entrar em vigor. De acordo com Aldo Rebelo, até mesmo a CBF seria enquadrada pelo novo regulamento em caso de aprovação.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Aldo Rebelo discutiu a possibilidade da criação de uma universidade pública do esporte no Parque Olímpico
Destino do Parque Olímpico - Por fim, Rebelo discutiu a possibilidade da implantação de uma Universidade Pública do Esporte no Parque Olímpico dos Jogos de 2016.

A instituição traria cursos de administração, marketing e jornalismo esportivos, além de medicina e fisioterapia do Esporte, bem como nutrição e psicologia voltada para o setor.

"Não estaríamos inventando alguma coisa diferente do que outros países já têm", afirmou Aldo Rebelo, atribuindo a ideia à aproximação com experiências vividas em universidades dos Estados Unidos, Ucrânia, Rússia e da Europa”, encerrou.

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