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Reforços exercitam paciência à espera de oportunidade no Corinthians

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Apresentados na última sexta-feira, Diego Macedo e Rodriguinho se colocaram à disposição de Tite. Eles vinham atuando por Bragantino e América-MG, respectivamente, e estão prontos para jogar pelo Corinthians, mas sabem que a oportunidade pode demorar.

Jocinei chegou ao clube em maio e fez a sua estreia no último domingo. Cleber, contratado em julho, só defendeu o clube do Parque São Jorge pela primeira vez na última quarta-feira, começando com o pé direito e fazendo o seu gol no triunfo por 2 a 0 sobre o Bahia.

“Primeiro, a gente tem que se adaptar ao grupo conhecer os companheiros e treinar bastante. Vai depender do que o professor precisar. Estávamos jogando e estamos bem, mas, se todo o mundo espera, a gente pode esperar. Ele precisando, estamos preparados”, afirmou Rodriguinho. “Ele falou tudo”, concordou Diego Macedo.

Mesmo sabendo que Tite é metódico no aproveitamento de reforços, os dois jogadores manifestaram satisfação com a oportunidade de trabalhar com ele. Rodriguinho, mais articulado, disse ter acompanhado atentamente a crise alvinegra, cujo pior momento foi a derrota por 4 a 0 para a Portuguesa.

“Acompanhei o jogo e torci muito para ele não cair. Quando estava aquele papo de que ele poderia cair, torci muito para que ficasse, porque todo o mundo sabe que é um treinador sério. Já tive companheiros que trabalharam com ele e dele falavam muito bem. Queria conhecê-lo”, comentou o meia de 25 anos.

Divulgação/Agência Corinthians
Diego Macedo é sobrinho do ex-jogador Macedo e sabe que a cobrança pode ajudar (foto: Rodrico Coca)
Já Diego Macedo espera crescer sob comando do gaúcho. Acompanhado da fama de “festeiro”, palavra repetida várias vezes em sua apresentação oficial, o lateral direito de 26 anos se vê mais maduro do que em outros momentos de sua carreira e acha que o trabalho com o Tite o ajudará.

“Pelo que a gente vê, é um cara que trabalha sério e cobra bastante. Eu gosto de cobrança. Quanto mais cobrança, melhor o jogador trabalha”, comentou o atleta. Ele é sobrinho do ex-jogador Macedo, que teve sucesso no São Paulo ouvindo ordens de Telê Santana e chegando a ser afastado pelo chefe por descolorir os pelos da perna.

“Meu tio foi um grande jogador. Tenho com ele uma relação de pai para filho quase. Ele está sempre me dando conselhos, falando sobre como é jogar em um time grande, falando sobre essa pressão. Tenho uma experiência muito boa dentro de casa”, disse o lateral.

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