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Tite vê "grande oportunidade" em confronto direto com Atlético-PR

Marcos Guedes Mogi Mirim (SP)

Tite não sabe se a zona de classificação à Copa Libertadores, ao fim do Campeonato Brasileiro, terá três, quatro, cinco ou seis times. O G-4 pode virar G-3 se um brasileiro ganhar a Copa Sul-americana ou chegar a G-6 se o Atlético-MG, atual campeão da Libertadores, e o futuro campeão da Copa do Brasil estiverem no bolo.

A conta é complicada e não interessa muito ao técnico alvinegro no momento. Seja como for, o Corinthians tem de recuperar os pontos que perdeu e não pode desperdiçar uma chance como a que se apresenta na noite de quarta: receber, em Mogi Mirim, o Atlético-PR, atual terceiro colocado.

“O termo que eu uso é oportunidade de crescer. Estamos a oito pontos do bloco de cima (G-4) e a seis do bloco de baixo (zona de rebaixamento). Temos uma grande oportunidade de crescer. Esse jogo contra o Atlético-PR é uma grande oportunidade”, afirmou o gaúcho.

Ganhando na quarta-feira, na pior das hipóteses, o Corinthians ficará a seis pontos do quarto colocado. Em caso de derrota do Botafogo para o Náutico, em Pernambuco, essa distância poderá ser reduzida a cinco pontos, com ainda 11 rodadas de competição a ser disputadas.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Tite espera que o Corinthians termine a 27ª rodada mais perto da zona da Libertadores
Tite vê tempo suficiente para a reação de sua equipe, pois aposta na queda dos primeiros colocados na tabela. O próprio Atlético-PR, para o técnico, teve um desempenho anormal para saltar ao grupo de elite e poderá oscilar até que se encerre a disputa, no início de dezembro.

“O (Vagner) Mancini assumiu com um grande trabalho, e o time se ajustou, com muita confiança. Fez uma pontuação até fora dos padrões normais, mas ninguém mantém o nível de pontuação que os de cima estão fazendo. Daqui a pouco, vai ter tropeço aí”, previu.

Uma vitória na noite de quarta pode até colocar o Corinthians no G-6, porém a possibilidade de a zona da Libertadores crescer só será estudada depois. “É uma coisa de médio prazo. A gente tem que pensar no primeiro passo nessa caminhada de recuperação, que é a equipe ser competitiva e retomar a confiança.”

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