Atletismo/Bastidores - ( - Atualizado )

Presidente da IAAF defende Jamaica e Quênia de acusações de doping

Monaco (França)

O nigeriano Lamine Diack, presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF, na siga em inglês), defendeu a Jamaica e o Quênia das acusações de uso de doping por parte de seus atletas de maneira sistemática. Ele ainda criticou a Agência Mundial Anti-Doping (WADA).

“Eu leio nos jornais o tempo todo sobre Jamaica, Quênia, a WADA fazendo declarações. A Jamaica agora tem a responsabilidade de realizar os seus próprios testes anti-doping”, afirmou o presidente da entidade que gere o atletismo, claramente irritado.

“Depois da Jamaica, tem o Quênia. O Quênia! Tudo porque um médico disse que eles se dopam. São os países mais testados no mundo! Tudo isso é ridículo”, continuou Diack em alusão a uma reportagem de uma emissora de televisão alemã publicada em 2012 sobre o uso de substâncias proibidas entre os corredores de longas distância.

Pouco antes do Mundial de Moscou, disputado no último mês de agosto, seis jamaicanos, incluindo os astros Asafa Powell e Veronica Campbell-Brown, foram suspensos por doping. Em um ano, 17 competidores quenianos acabaram pegos em testes.

AFP
Lamine Diack premia velocista Usain Bolt em Mônaco: presidente da IAAF criticou a WADA. Crédito: Valery Hache
“Eles detectaram e suspenderam alguns atletas, o que é positivo, uma boa medida. Estamos fazendo o nosso melhor no atletismo. Você raramente escuta sobre suspensões de quatro anos no futebol, mas eles também têm problemas de doping”, declarou Diack.

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