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Betão põe Ucrânia como vitrine e alerta quem pensa só no dinheiro

São Paulo (SP)

Os clubes ucranianos apostam em contratações de jogadores brasileiros, geralmente com ofertas salariais bem acima do mercado nacional. Porém, com a experiência de quem atuou no país por cinco anos, o zagueiro Betão explica que os jogadores não podem pensar só no lado financeiro quando vão para o Leste Europeu.

“Se o jogador vai para lá na intenção de ganhar dinheiro, é um mau negócio. O cara vai pensando em ficar dois anos e depois voltar, mas eles não liberam, porque fazem contratos de cinco anos”, explicou o zagueiro, em participação no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

Betão alega que é preciso escolher bem a equipe do país e também aliar a parte financeira ao crescimento no futebol. “Se pensar em ganhar dinheiro, se promover na Europa e disputar a Liga dos Campeões, é bom. Tem de ir para os quatro maiores, porque hoje são uma vitrine muito boa”, acrescentou.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Zagueiro Betão atuou por cinco anos na Ucrânia e atualmente defende a Ponte Preta
Formado nas categorias de base do Corinthians, Betão defendeu em seguida o Santos, antes de se transferir para o Dínamo de Kiev, permanecendo na equipe entre 2008 e 2013. Depois, o zagueiro atuou pelo Évian, da França, até que retornou ao Brasil para defender a Ponte Preta.

O atleta faz parte do elenco da Macaca, que luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro e, ao mesmo tempo, está na semifinal da Copa Sul-americana, tendo o São Paulo como adversário.

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