Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Eguren recomenda contratos de produtividade: "É assim na Europa"

William Correia São Paulo (SP)

A inovação que Paulo Nobre quer implementar no Palmeiras não é novidade para Eguren. O volante já assinou contratos de produtividade enquanto esteve na Europa e não só aprova como recomenda o modelo no qual o salário não é tão alto, mas os prêmios são maiores.

“Isso é normal na Europa. Joguei lá por quase dez anos e, em sete, tive esse tipo de contrato. É uma experiência boa”, comentou o uruguaio, que já jogou na Noruega, na Suécia e na Espanha.

De acordo com o meio-campista, o bônus não era pago somente por títulos ou por metas como a classificação para uma competição continental. O jogador também tinha um acréscimo nos seus vencimentos mensais quando atingia um número estipulado de partidas.

“Quem confia em si e tem vontade, pode ganhar mais do que pensa. Mas aceitar um contrato assim é muito pessoal”, prosseguiu o camisa 5, em discurso similar ao adotado pelo técnico Gilson Kleina logo após ser o primeiro a assinar um contrato com os moldes da produtividade.

A promessa do presidente é oferecer somente acordos desta forma para os jogadores que podem ser reforços do Palmeiras em 2014, ano do centenário do clube. Publicamente, o presidente avisa que não é uma redução salarial, mas uma maneira de pagar mais aos atletas, contanto que o clube atinja seus objetivos em campo.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Volante atuou por dez anos na Europa, sendo sete com contrato que dava bônus até por atingir número de jogos

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