Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Empresário de Kleina transforma redução salarial em "composição"

William Correia São Paulo (SP)

A pessoas próximas, Gilson Kleina começou a terça-feira mostrando-se irredutível: não aceitaria receber menos do que ganha atualmente. Para acertar a renovação em reunião que começou no início da tarde desta terça-feira, porém, o treinador teve que aceitar um reajuste que o seu empresário, Anderson Suave, chamou de “composição”.

“Não houve redução, mas composição. O Gilson manteve o mesmo salário”, disse o treinador à ESPN Brasil. “Ambas as partes chegaram a um consenso e a um final feliz para o Gilson e para o Palmeiras.”

Oficialmente, ninguém ainda dá detalhes do acerto, mas a Gazeta Esportiva.net apurou informações que correm no clube para explicar a “composição”. Kleina ganhava cerca de R$ 300 mil mensais e, agora, tem salários de R$ 200 mil (aproximadamente 33% menor), mas que, com os bônus, podem atingir R$ 400 mil.

O técnico abriu mão de seu salário e o Verdão, por sua vez, diminuiu os prêmios. Na primeira e na segunda propostas, que foram de R$ 150 mil e R$ 180 mil, respectivamente, a soma com as premiações poderia atingir R$ 6 milhões anuais – na média, R$ 500 mil por mês.

Na longa conversa desta terça-feira, Kleina também ouviu do presidente Paulo Nobre e do diretor executivo José Carlos Brunoro a garantia de reforços para que fosse cobrado de acordo com o desafio que aceitou: iniciar a temporada do centenário como técnico do Palmeiras.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Kleina teve, na prática, redução salarial, mas vencimentos mensais podem ser maiores se tiver sucesso em campo

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