Futebol/Brasileiro Série B - ( - Atualizado )

Juninho crê que Prass e Henrique procurarão Nobre para manter Kleina

William Correia São Paulo (SP)

A possibilidade de ir além de pedir a permanência de Gilson Kleina nas entrevistas ficará a cargo de Henrique e Fernando Prass. Essa, ao menos, é a opinião de Juninho. O lateral esquerdo não cogita nem que o elenco se reúna para pedir à diretoria que o Palmeiras mantenha seu técnico para 2014 e repassa a responsabilidade aos líderes do grupo.

“Tenho certeza de que os jogadores com mais força dentro do grupo, como o Henrique e o Prass, podem conversar”, apontou o camisa 6, que realmente não tem perfil de liderança. No dia seguinte ao anúncio da formação do Bom Senso FC, por exemplo, o jogador nem sabia do manifesto de atletas das Séries A e B do Brasileiro pedindo um calendário melhor para o futebol brasileiro.

Em relação a Kleina, Wesley, outro dos atletas mais influentes entre os jogadores, já declarou publicamente que aceitaria fazer parte de um grupo para falar diretamente com o presidente Paulo Nobre solicitando a renovação do treinador. A demora na definição do treinador no ano do centenário do clube gera irritação entre os atletas.

Mas Juninho prefere nem pensar na possibilidade de agir fora de campo. “Ainda não existiu uma reunião assim, até porque alguns não vão permanecer, fica difícil juntar todos para fazer essa exigência. Mas todo o grupo gosta do Gilson, ele faz um excelente trabalho. A maioria quer sua permanência, com certeza”, declarou o atleta, que tem contrato com o Verdão até o fim de 2014.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Lateral já avisou que não fará parte do grupo que poderia falar com a diretoria, mas quer que Kleina fique
A probabilidade de Kleina ficar, porém, parece cada vez mais menor. O próprio treinador relata a amigos que se sente a última opção entre as cogitadas pela diretoria e demonstra tristeza porque ver que Paulo Nobre ainda não cumpriu a promessa que fez há mais de duas semanas de procurá-lo para negociar.

Antes do treino desta segunda-feira, o técnico reuniu elenco e comissão técnica para conversar no campo. Não parecia um papo de adeus, mas de incentivo para a última meta no ano: ser campeão da Série B do Brasileiro, o que será possível com um empate nesta terça-feira contra o Paysandu, em Belém.

“O Kleina é um excelente treinador e gostaria muito de continuar no Palmeiras. Mas o que podemos fazer é esperar pela diretoria, que está trabalhando para fazer o melhor no ano que vem”, disse Juninho antes de viajar ao Pará com a delegação na partida que pode ser a da celebração do título da segunda divisão nacional.

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