Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Operários de estádio palmeirense protestam contra comida do local

Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

As obras no estádio do Palmeiras foram paralisadas durante parte da manhã desta quinta-feira, em função de um protesto dos operários contra a qualidade da comida servida no local. A manifestação, na avenida Francisco Matarazzo, foi organizada depois que alguns trabalhadores passaram mal com a alimentação servida na segunda.

Por meio de sua assessoria, a WTorre alegou que o serviço do refeitório é terceirizado e que não tinha conhecimento das queixas. Por conta do protesto, a construtora informou ter rompido o acordo com a empresa anterior para contratar outro fornecedor de comida.

A paralisação, que causou transtornos ao trânsito da avenida em frente ao Allianz Parque, começou por volta das 8 horas (de Brasília) e terminou pouco antes do almoço. No fim da tarde, a construtora emitiu comunicado oficial em que diz seguir critérios de qualidade na alimentação disponibilizada aos trabalhadores.

“Em todos os canteiros de obra da WTorre a alimentação dos profissionais é avaliada diariamente por nutricionistas que, inclusive, coletam amostras de tudo o que é servido aos colaboradores, para controle de qualidade”, alega a empresa, que diz fazer também pesquisas de satisfação.

A manifestação acontece justamente neste momento de atrito entre Palmeiras e WTorre, por conta de uma divergência na divisão das cadeiras do estádio. Com as reformas no antigo Palestra Itália em vigor desde 2010, a previsão é de que a nova casa alviverde fique pronta no primeiro trimestre de 2014, mas o impasse entre clube e construtora pode atrasar a conclusão.

Confira abaixo o comunicado da construtora:
A WTorre lamenta o ocorrido e informa que um processo de apuração e levantamento de informações foi instaurado para identificar a fonte do problema. Ainda assim, o fornecedor teve o contrato descontinuado. Uma nova empresa foi acionada e começou a operar de imediato. Em todos os canteiros de obra da WTorre a alimentação dos profissionais é avaliada diariamente por nutricionistas que, inclusive, coletam amostras de tudo o que é servido aos colaboradores, para controle de qualidade. A cada 45 dias também é realizada uma pesquisa de satisfação com os funcionários, a fim de identificar necessidades de ajustes e mudanças de fornecedores.

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