Futebol/Liga dos Campeões da Ásia - ( - Atualizado )

Time de Conca segura 1 a 1, conquista Ásia e está no Mundial da Fifa

Guangzhou (China)

Comandados pelo técnico Marcelo Lippi, o trio Darío Conca, Muriqui e Elkeson levou o Guangzhou Evergrande, da China, à glória. Na manhã deste sábado, o time segurou um empate em 1 a 1 com o FC Seoul, da Coreia do Sul, e foi campeão da Liga dos Campeões da Ásia, garantindo presença no Mundial.

Após igualdade por 2 a 2 no jogo de ida, na capital sul-coreana, os chineses asseguraram a taça mais cobiçada do continente de forma inédita e, de quebra, confirmaram a classificação para as quartas de final da competição, que será realizada em dezembro, no Marrocos, com Bayern de Munique e Atlético-MG.

AFP
Chineses comemoraram título inédito e classificação para Mundial de Clubes da Fifa (foto: ED JONES)
O primeiro adversário do Guangzhou Evergrande no torneio da Fifa será conhecido neste domingo: Al Ahly, do Egito, e Orlando Pirates, da África do Sul, decidirão o título africano – os egípcios arrancaram um empate em 1 a 1 fora de casa e têm ligeira vantagem na partida de volta.

Caso avance para as semis, a equipe chinesa medirá forças com os comandados de Pep Guardiola. A abertura do Mundial de Clubes está marcada para dia 14, em Agadir, no Marrocos, sendo que o local Raja Casablanca, o neo-zelandês Auckland City e o mexicano Monterrey também participarão.

Festa brasileira: o Guangzhou Evergrande precisava de empates sem gols ou por 1 a 1 para ser campeão asiático. Jogando em sua casa, o Guangzhou Tianhe Sport Center, o time abriu o placar aos 13 minutos do segundo tempo, quando Elkeson, ex-Botafogo, aproveitou assistência do compatriota Muriqui.

Quatro minutos depois, o sérvio Dejan Damjanovic igualou o marcador e deixou os milhares de torcedores no estádio, completamente lotado para ver o País conquistar o continente pela segunda vez na história – a primeira havia sido em 1990, com o Liaoning –, muito preocupados.

Mas a equipe chinesa, comandada magistralmente pelo meia Darío Conca, ex-Fluminense, retrancou-se e conseguiu segurar o resultado, que confirmou o maior título da história do clube. Do outro lado, Molina, ex-Santos, e Adílson, ex-Paraná, lamentaram o vice-campeonato.

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