Futebol/Copa Sul-americana - ( - Atualizado )

Zagueiro são-paulino trata veto ao Moisés como "indiferente"

Tossiro Neto São Paulo (SP)

A disputa de bastidores entre São Paulo e Ponte Preta quanto ao local da segunda partida da semifinal da Copa Sul-americana não resvala nos jogadores. Ao menos não do lado tricolor. Para o zagueiro Antônio Carlos, a dificuldade do duelo será a mesma independentemente do estádio.

"Para a gente, é indiferente. Onde tiver que jogar vamos jogar. No jogo contra o Flamengo (em Itu, por conta de perda de mando no Campeonato Brasileiro), não jogamos em casa e nem por isso ficamos reclamando", disse o jogador, lembrando vitória sobre o time carioca, na semana passada.

O Moisés Lucarelli, estádio ponte-pretano, foi vetado pela Conmebol - após solicitação do São Paulo - por não ter capacidade mínima para 20 mil pessoas, como requer o regulamento do torneio.

"Joguei lá uma vez nesse ano, e estava bom. Não tinha nenhum problema. O problema é mesmo de capacidade, porque, dentro de campo, não tem. Mas não sei se vamos tirar proveito de alguma coisa. Dentro de campo, não vai mudar nada. Se for em outro lugar, a torcida da Ponte também vai", opinou Antônio Carlos.

O novo palco do confronto ainda não foi confirmado pela entidade e, antes disso, as duas equipes precisam disputar a partida de ida. Que está confirmada para 21h50 (de Brasília) desta quarta-feira, no Morumbi. Até o momento, 37.500 ingressos foram vendidos antecipadamente. Da carga destinada à Ponte Preta, restam pouco mais de mil bilhetes.

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