Atletismo/São Silvestrinha - ( - Atualizado )

Empolgados, caçulas da São Silvestrinha querem mais do que 50 metros

Marcos Guedes e Yan Resende* São Paulo (SP)

O prêmio para os mais jovens atletas da São Silvestrinha era apenas pela participação, o que não impediu os garotos de vibrar com as vitórias em suas baterias na manhã de sábado. A empolgação era notada mesmo após a linha de chegada, onde muitos se recusavam a reduzir a velocidade.

“Pode parar, já acabou”, explicava um dos responsáveis pela organização da versão infanto-juvenil da tradicional Corrida de São Silvestre. Para os mais novinhos – a disputa acontece entre atletas de seis a 15 anos –, eram 50 metros de trajeto no estádio Ícaro de Castro Mello, em São Paulo.

Caio Vinícius Carvalho Parrela de Oliva, da menor categoria, ultrapassou a linha de chegada cheio de gás, batendo orgulhosamente no peito. “Eles estavam na minha frente, mas passei todos”, disse o garoto, observado pelo pai, Robson, este trajado com uma camisa roxa do Corinthians. “Ele também é corintiano!”, deixou claro.

Fernando Dantas/Gazeta Press
A turma dos descalços apresentou ótimos resultados na 20ª edição da São Silvestrinha
Outros meninos não precisaram nem de tênis para completar a prova. Alguns preferiram correr descalços, e o aproveitamento da turma do pé no chão foi impressionante. Houve cinco vitórias daqueles que, na impossibilidade de prender o chip que calcula o tempo de prova no calçado, amarraram-no no tornozelo.

Confira os resultados da edição 2013 da São Silvestrinha

Se os mais jovens acharam pouco os 50 metros de prova, os mais velhos precisaram de um esforço maior para completar seus trajetos de 400 metros e 600 metros. Mesmo vencedores, como Estefani de Jesus, de 15 anos, ultrapassaram cansados a linha de chegada, tomando sofregamente os copos de água oferecidos pela organização.

*Especial para a Gazeta Esportiva

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