Atletismo/São Silvestre - ( - Atualizado )

Fuleco da SS sofre com Anderson Silva e espera mais sorte na Copa

Bruno Grossi, especial para a GE.net São Paulo (SP)

Pela 16ª vez em 42 anos de idade, sempre fantasiado, Nilson Monteiro veio a São Paulo para disputar a Corrida Internacional de São Silvestre. O goiano, que em 2012 competiu com homenagem ao lutador de MMA Anderson Silva, desta vez resolveu entrar no clima da Copa do Mundo e criou fantasia de 17 quilos para reproduzir o mascote Fuleco.

“Com a Copa em alta, bombando, vi no mascote um ótimo personagem e quis retratar bem o animal. Fiz uma fantasia que me transforma em tatu-bola e depois em bola, assim como o Fuleco. A vontade de completar a São Silvestre com a chegada na Avenida Paulista é que me move”, explicou o atleta amador, que também já correu com “Maradona engraxando a chuteira de Pelé” e “Santos Dumont e o 14 bis”, além da exótica alegoria “The Flash contra o mosquito da dengue”.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Nilson Monteiro terá de superar as dores nas costas provocadas pelo peso da fantasia
O peso da fantasia de tatu-bola, embora incomode durante a prova, é encarado com tranquilidade por Nilson. A maior preocupação é chegar a tempo a Minas Gerais para curtir a virada de ano ao lado da família. “É desconfortável porque o peso está todo nas costas, mas não tem problema se ficar com dores. Ainda vou pra Uberaba hoje encontrar os familiares, as dores vão passar tudo pela euforia de um 2014 muito bom”, projetou.

Nilson só espera que dê mais sorte à Seleção Brasileira do que deu ao último homenageado na SS. Multicampeão e lenda do UFC, Anderson Silva foi representado pelo goiano em 2012 e acabou enfrentando um 2013 conturbado. Além de perder o cinturão para Chris Weidman, o ‘Spider’ acabou fraturando a perna na revanche com o norte-americano no último domingo.

“Ano passado vim com Anderson Silva no octógono e fiquei muito triste com o que aconteceu. Fiz essa homenagem a um ídolo e posso dizer que senti junto com ele vendo a luta. Foi uma dor muito grande”, lamentou o atleta sobre a lesão que pode resultar na aposentadoria do lutador de MMA.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Mecanismo construído pelo atleta permite Fuleco se transformar em uma bola de futebol

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