Corrida Internacional de São Silvestre - ( - Atualizado )

“Prova mais importante” do ano deixa 2ª brasileira favorita ansiosa

Lucas Mariano, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

Sueli Silva já disputou a Corrida Internacional de São Silvestre em cinco ocasiões. Mesmo conhecendo a prova e conquistando bons resultados em todas as oportunidades, a segunda melhor brasileira em 2012 não escondeu a ansiedade para a 89ª edição da corrida, que tem a largada do pelotão feminino prevista para as 8h40 (horário de Brasília) desta terça-feira.

“A ansiedade é muito grande. A gente fica muito ansiosa e na expectativa para correr bem. Eu considero a São Silvestre a mais importante. Para as outras (provas) a gente não tem tanta empolgação e tanto preparo. As adversárias são muito fortes e acho que elas também se preparam bastante mais para estarem correndo bem a São Silvestre”, comentou Sueli, que correu pela primeira vez em 2008 e depois não parou mais.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Sueli espera ser dois minutos mais rápida do que na São Silvestre de 2012

Presente entre as dez primeiras colocadas nos últimos cinco anos, a brasileira quer subir ao pódio e tem um objetivo ambicioso para alcançar seu objetivo: diminuir seu tempo em mais de dois minutos em relação ao de 2012.

“Minha perspectiva de tempo é o melhor. Ano passado eu fiz 54min19s e neste ano eu quero superá-lo. A cada ano a gente melhora mais. Eu quero tentar fazer 52 minutos”, garantiu a atleta, que também adotou um tipo de treinamento diferente. “Esse ano eu não fui para a altitude. No ano passado eu fui e não deu tão certo. Então me preparei na minha cidade, em Jataí-GO”.

Sueli terminou a edição do ano passado na sétima colocação – sua melhor marca -, o que a garantiu como segunda melhor brasileira, atrás apenas de Tatiele de Carvalho, que foi a sexta colocada. Vendo o Brasil ficar sem uma representante no lugar mais alto do pódio desde 2006, quando Lucélia Peres ficou com o ouro, a goiana reconheceu a superioridade das adversárias africanas e apontou as características que as tornam favoritas.

“Eu acho que cada um tem um organismo diferente. As quenianas são diferentes das brasileiras. Os preparativos e os treinamentos delas são totalmente diferentes em relação às brasileiras”, analisou Sueli.

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