Futebol/Brasileiro Série B - ( )

Alex Padang analisa seu período na presidência e revela arrependimentos

Natal (RN)

Com seu mandato de presidente chegando ao fim no América-RN, Alex Padang faz um balanço geral de seu período no comando do clube alvirrubro. O presidente defende que deixa um legado importante e revela os arrependimentos de sua gestão.

“Ser campeão estadual depois de oito anos, ter deixado para a próxima administração a Copa do Nordeste e a Copa do Brasil. O América-RN não ia para a Copa do Brasil em campo, ia pelo ranking já há algum tempo. Mas o legado maior é o da responsabilidade. Dá para fazer futebol com a razão, sem a emoção”, alega o dirigente alvirrubro ao jornal Tribuna do Norte.

Sobre arrependimentos, o dirigente revela que, se pudesse voltar no tempo, não faria a parceria com o governo do estado do Rio Grande do Norte para a utilização da Arena das Dunas após a Copa do Mundo de 2014. “Não teria acreditado naquela negociação que fechamos com a governadora (Rosalba Ciarlini) e com o ABC”, revela o dirigente, que ainda admite ter demorado a garantir o treinador do Mecão no cargo. “Me arrependo também de não ter efetivado Leandro Sena antes”.

O presidente ainda relembra o conturbado Campeonato Potiguar de 2012, quando o América fez campanha abaixo do esperado na primeira metade, mas deu a volta por cima e foi campeão. “Nós perdemos o primeiro turno para o ABC, levamos três pancadas do ABC e não mudei nada a não ser o técnico. Não mudei jogadores e a mesma equipe ganhou o segundo turno e ganhou o campeonato. Então estou deixando também esse legado: faz dez partidas que a gente não perde para o ABC”, alfineta o presidente, lembrando a sequência de seis vitórias e quatro empates contra o rival.

No balanço geral, Padang se mostra grato pelo apoio da torcida. “Na minha administração, quis passar a ideia de que, quando o clube errasse seria culpa do presidente, mas quando acertasse seria todo mundo. Mas foi justamente o contrário. Quando precisei de apoio, a torcida estava lá”, agradece o dirigente, que garante ter dado tudo de si pelo Dragão. “Fiz tudo com muito afinco e com muito amor e trabalho. O que eu fazia pelo América era estressante e para quem é muito nervosinho aquilo potencializa, mas eu gostei muito”, finaliza o dirigente.

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