Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Alex quer falar com presidente do Coritiba antes de analisar ofertas

Curitiba (PR)

O Palmeiras e outros clubes que desejam contar com Alex podem continuar sonhando, mas o meia já colocou uma condição para iniciar as negociações. O veterano quer falar com o presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, a quem critica publicamente, antes de abrir mão do ano de contrato que ainda mantém com o time paranaense.

“Para que eu comece a pensar nessas propostas, tenho que ouvir o Coritiba, que é o clube com quem tenho contrato. Tenho que conversar com o presidente para ver o rumo das coisas que ele imagina para o clube”, disse o jogador à RPC TV.

A torcida coxa-branca faz campanha pela permanência do meia, mas o armador está realmente irritado com a postura do mandatário do clube. Em meio à luta contra o rebaixamento no Brasileiro, Vilson cobrou vergonha na cara do elenco e Alex, então, passou a considerar sua saída devido à divergência com o dirigente.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Meia está irritado com presidente do Coxa, mas só negociará com Palmeiras e interessados após reunião
“Tenho propostas para sair há muito tempo. Nunca considerei nenhuma porque sempre estava voltado ao Coritiba. Mas realmente, para mim, o Coritiba é um mistério em 2014. Não tenho preocupação como jogador do clube, mas como torcedor. Que Coritiba vamos ver? Não temos treinador, não sabemos quem vai tocar o futebol”, cobrou Alex.

No Palmeiras, a esperança na volta de um dos destaques do título da Libertadores de 1999, e que poderia ser um camisa 10 mais presente em campo do que Valdivia no ano do centenário, é Gilson Kleina. O técnico foi preparador físico do meia nas categorias de base do Coxa e seu padrinho de casamento e mantém excelente relação com Alex, que já disse ver sua carreira “sempre junta com a de Kleina”.

O Palmeiras e outros que sonham com Alex, contudo, terão que esperar pela reunião ainda não marcada entre o jogador e Vilson Ribeiro de Andrade. E torcer, também, para que o papo não culmine em uma reconciliação hoje considerada bastante improvável.

Publicidade

Publicidade


Publicidade


Publicidade


Publicidade

Publicidade