Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Assunção prioriza jogo beneficente e interrompe conversas com Figueira

William Correia e Vitor Dalseno* Caieiras (SP)

O Figueirense mantinha conversas adiantadas para contratar Marcos Assunção, mas o próprio volante interrompeu a negociação. O veterano, que não renovou com o Santos após pouco jogar neste ano, deu prioridade à partida beneficente que organiza há dez anos em Caieiras, cidade onde cresceu e mora na Grande São Paulo, e que ocorreu neste sábado.

“Não vou mentir. Já conversei com o treinador e o diretor do Figueirense. Mas deixei para resolver na semana que vem porque a minha preocupação e o meu pensamento era nesse meu jogo”, contou Assunção, revelando que já falou com o treinador Vinicius Eutrópio e o superintendente de futebol Rodrigo Pestana.

Marcos Assunção não descartou nem uma possível volta ao Palmeiras, mas deixou claro que nenhuma negociação está em sua cabeça no momento. O volante de 37 anos se recusa a pensar em 2014 enquanto não ajuda famílias carentes a terem alegria ainda em 2013, independentemente da sequência de sua carreira.

“Não planejei minha vida. No fim de 2013, ela será de jogos beneficentes. Já temos algumas propostas e vamos analisa-la depois, pensando em mim e na minha família. Mas deixa isso para depois”, disse o veterano, que já sabe, ao menos, que não vai se aposentar, até porque tem sido procurado.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Volante de 37 anos, que pouco atuou em 2013, preferiu organizar jogo beneficente e adiar papo com Figueirense
“Estão pintando algumas coisas, mas meu pensamento são esses jogos beneficentes. Tem esse jogo que organizo, já joguei uns quatro e tenho mais uns dois para jogar. Minha felicidade é essa: com a minha presença, ajudar quem precisa”, afirmou, expondo árduo trabalho para organizar o “Futebol Solidário” deste ano.

“Quis fazer as coisas bem, convidar os meus amigos e garantir que a imprensa e as pessoas que trazem o quilo de alimento como ingresso estivessem aqui para termos um Natal e um Ano Novo melhor em termos de satisfação e consciência tranquila para as pessoas que não têm o que comer. Esse é o meu pensamento e a minha preocupação”, reforçou.

*especial para a GE.net

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