Futebol/Copa Sul-Americana - ( - Atualizado )

Confiante, presidente da Ponte reclama de arbitragem no Pacaembu

São Paulo (SP)

Após sair perdendo na primeira partida da grande final da Copa Sul-Americana, a Ponte Preta mostrou poder de reação e arrancou empate em 1 a 1 com o Lanús, na noite desta quarta-feira. Para Marcio Della Volpe, presidente da Macaca, a equipe tem total capacidade de conquistar vitória na Argentina e finalmente conquistar o primeiro título de expressão de seus 113 anos de história.

“Podemos fazer o resultado lá. Provamos que temos força. Temos que jogar com essa força, com determinação e vontade. Assim teremos condições de sair com o título”, analisou o mandatário ao canal FoxSports.

Della Volpe afirmou ainda que acredita que a Ponte poderia ter saído do Pacaembu com um resultado melhor, não fosse a atuação do árbitro Roberto Silveira. Além do cartão amarelo que tirou o lateral esquerdo Uendel, um dos destaques da equipe, do segundo jogo da decisão, o dirigente relembrou as faltas que originaram os dois gols da partida.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Roberto Silveira teve atuação criticada por Della Volpe e pelo técnico Jorginho
“Perdemos um grande jogador, talvez o melhor da Ponte nesta Sul-Americana. A arbitragem estava numa noite infeliz, inverteu faltas e errou em lances capitais. O próprio lance do gol do Lanús não foi. A falta do nosso gol, que era lance pra expulsão, quem marcou foi o assistente”, reclama.

O técnico Jorginho fez coro à crítica em sua entrevista coletiva. "Eu não achei falta do Diego [Sacoman], mas é claro que sempre pensarei isso. O Santiago [Silva] estava o tempo todo fazendo isso, se jogando para cima dos zagueiros. Seria falta dele, mas infelizmente o arbítro entrou nessa e eles fizeram o gol. No nosso lance ficou claro, inclusive, que era pra ser vermelho. O bandeira foi muito homem para marcar", exalta.

Apesar disso, o presidente alvinegro admite que a Macaca teve sorte em alguns lances da decisão, principalmente no gol perdido por Santiago Silva no final do primeiro tempo. Mesmo confiante que o lance significa “que esse ano é da Ponte”, Della Volpe nega intervenção divina. “La mano de dios é coisa de argentino”, conclui.

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