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Defesa Civil volta a estádio de Itaquera e aposta em solução rápida

São Paulo (SP)

Funcionários da Defesa Civil e da Polícia Técnico-Científica deram sequência ao procedimento pós-acidente e foram ao canteiro de obras do estádio do Corinthians na segunda-feira. Eles voltaram a observar a área interditada, onde caíram um guindaste e uma estrutura metálica da cobertura, matando dois operários.

A construtora Odebrecht ainda não tem autorização para mexer na área atingida, o setor leste da futura arena de Itaquera. Só com a autorização da prefeitura para obras emergenciais poderá ser retirado o material resultante da queda, ocorrida na última quarta.

Ainda não há previsão de liberação, que depende da documentação a ser entregue pela empreiteira e analisada pela prefeitura. Jair Paca de Lima, coordenador da Defesa Civil da cidade de São Paulo, liderou o grupo de técnicos que foi ao estádio e apostou em uma solução ágil.

“Acreditamos que vão ser muito rápidas a retirada dos materiais e a volta à normalidade na área interditada. Tudo está sendo feito de acordo com o que indicamos no auto de interdição. Continuamos o trabalho como Defesa Civil, e a Polícia Científica fez o mesmo com uma nova perícia”, afirmou Lima.

Nas demais áreas do terreno, as obras foram retomadas na manhã de segunda, com um efetivo de 1.350 operários. Após uma oração em homenagem aos trabalhadores mortos na semana passada, tiveram sequência as atividades nas partes norte, sul e oeste do estádio.

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