Futebol/Copa Sul-americana - ( )

Jorginho espera catimba e guerra, mas não quer revide ponte-pretano

Bruno Grossi, especial para a GE.net São Paulo (SP)

Na próxima quarta-feira, a Ponte Preta entrará em campo para o jogo mais importante de sua história de 113 anos. O adversário, porém, deve abusar da catimba dentro de La Fortaleza para irritar os brasileiros e dominar o trio de arbitragem. Preocupado com as artimanhas do Lanús, experiente em competições internacionais, Jorginho pede que seus comandados tenham sague frio diante das provocações.

“Não adianta revidar. Nossa forma de jogar é de entrar junto, mostrar as armas, mas sem agressão. Não podemos ficar revidando, porque essa é a forma deles jogarem. Eles tem que sentir que a gente está com vontade, não podemos afinar para argentinos. Eles só não batem mais porque têm câmeras gravando tudo e quem for desleal vai ser punido”, afirmou o treinador do time campineiro.

Além de se preocupar com a reação dos jogadores da Macaca, Jorginho liga o sinal de alerta para a pressão que o time treinado por Guillermo Schelotto pode exercer sobre o árbitro da segunda decisão. O treinador alvinegro, inclusive, aproveitou para criticar o uruguaio Robero Silvera pela arbitragem no jogo de ida por ter dado poucos minutos de acréscimos mesmo com a cera dos argentinos.

“Temos um grande adversário esperto, malandro, pela frente. Temos que ter todo o cuidado. Eles seguram a bola, catimbam bastante. E no Pacaembu o árbitro deu apenas três minutos a mais. Espero que lá seja diferente, a não ser que a gente esteja ganhando”, ressaltou o tetracampeão mundial em 1994 com bom humor.

O comandante, no entanto, lembra que a Ponte Preta precisa passar por cia de todas as dificuldades que surgirem na Argentina se quiser levantar a primeira taça expressiva do clube: “Estamos preparados para sofrer, porque essa sempre foi a história da Ponte. O mais importante é trazer o título, não importa se vai ser nos pênaltis, no tempo normal”.

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