Futebol/Mundial de Clubes - ( - Atualizado )

Lippi lamenta recuo, mas reconhece missão impossível contra o Bayern

Agadir (Marrocos)

Antes de encarar o gigante Bayern de Munique, os chineses do Guangzhou Evergrande tentavam apresentar discurso confiante no Mundial de Clubes. Bastou a bola rolar no estádio de Agadir pela semifinal do torneio, porém, para que os asiáticos armassem retranca e apenas assistissem aos toques envolventes do time alemão.

“Nesta noite vimos a verdadeira diferença entre o time mais forte do mundo e todos os outros. Eles jogam sempre assim, com essa intensidade e essa superioridade. Às vezes até com mais. Talvez pudéssemos ter feito um pouco a mais, mas nada que pudesse evitar esse domínio deles”, reconheceu o técnico italiano Marcello Lippi.

AFP
Lippi não conseguiu surpreender o Bayern no comando do Guangzhou
A defesa chinesa suportou a pressão bávara por quase 40 minutos, quando Frank Ribéry abriu o placar. Pouco depois, Mario Mandzukic ampliou e, com menos de dois minutos do segundo tempo, Mario Gotze fechou a conta dos 3 a 0 em solo marroquino. Enquanto isso, o argentino Darío Conca se perdia na marcação germânica, enquanto Muriqui e Elkeson tentavam explorar a lentidão do belga Van Buyten.

“Nós nos defendemos bem, fizemos um bom trabalho e tivemos uma bola para fazer um gol logo na volta do segundo tempo (com Muriqui) que poderia dar mais coragem Poderíamos ter atacado mais. Jogamos bem no último jogo contra o Al Ahly e pudemos participar deste torneio com tantas equipes importantes no planeta graças ao trabalho de um ano”, valorizou.

O desempenho do Guangzhou ao longo da temporada, inclusive, foi valorizado até mesmo por Pep Guardiola, treinador rival: “Não posso opinar muito sobre o futebol chinês porque nunca vi, mas os números deles mostram que tiveram uma grande temporada. Sabíamos que seria um oponente difícil se não fizéssemos nosso trabalho”. .

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