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Por igualdade na Lusa, Lauro assume ter sido porta-voz de greve

São Paulo (SP)

Na última quarta-feira, os jogadores da Portuguesa não treinaram e iniciaram greve até que a diretoria efetuasse o pagamento de salários atrasados no elenco. Já no dia seguinte os dirigentes agiram e quitaram as pendências e conseguiram junto ao líder da revolta, o goleiro Lauro, que os trabalhos fossem retomados pelos lados do Canindé.

“Por ser o capitão do time, escolhido pelo Guto Ferreira, fui o porta-voz para falar com a diretoria, mas foi uma coisa combinada pelo grupo todo. Buscamos atender à necessidade de todos. A gente sabe como as coisas funcionam no futebol, então a gente se uniu e conseguiu nossos objetivos”, exaltou o arqueiro em entrevista à TV Gazeta.

O principal motivo de irritação entre os atletas da Lusa era a diferença de tratamento entre titulares e reservas. Enquanto as peças frequentemente utilizados por Guto Ferreira enfrentavam menos problemas com a diretoria, suplentes e jogadores entregues ao departamento médico conviviam com a incerteza sobre ver o salário caindo em suas contas bancárias.

“Os foram feitos para a diretoria que assume em janeiro (no dia 2, a direção presidida por Ilídio Lico inicia o mandato) e eles foram atendidos. Queríamos que o salário ficasse igual para todos. Afinal de contas, é um grupo só e todos têm que entrar de férias em situação igual. Nada mais justo que nas nossas férias a gente faça umas viagens, reveja amigos e familiares”, justificou.

Antes de iniciarem a desejada folga, porém, os jogadores da Portuguesa encaram o último compromisso da temporada neste domingo. Os rubro-verdes recebem o Grêmio no Canindé às 17 horas (de Brasília) e Lauro promete empenho total: “Queremos fechar esse ano bem para ter um 2014 muito melhor para a Portuguesa e os torcedores”.

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