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Sem contato do Vitória, Cajá deixa futuro nas mãos de chineses

Bruno Grossi* e William Correia São Paulo (SP)

Renato Cajá foi um dos símbolos da campanha do título do Vitória no Campeonato Baiano, principalmente pelas grandes atuações nos clássicos contra o Bahia. No Brasileirão, o meia não conseguiu manter o bom desempenho, mas contou com o apoio dos companheiros para deixar o Leão no quinto lugar. O rendimento, porém, parece não ter sido suficiente para fazer a diretoria renovar o empréstimo do jogador.

“Não teve nenhuma conversa para renovar ainda. Acredito que nem terá e que vá surgir algum clube do exterior ou até daqui mesmo”, afirmou o meio campista, que tem os direitos vinculados ao Guangzhou Evergrande, da China: “Estou esperando a conversa com eles para definir se os chineses querem que eu volte. Seria bom ter mais um ano aqui, mas se vier algo de fora também acho legal”.

Apesar do desânimo por não ter sido procurado pelos dirigentes do time do Barradão, Renato Cajá prefere guardar como lembrança a ótima temporada feita pelos rubro-negros. O meia se orgulha até mesmo dos momentos ruins que viveu em 2013, já que pôde contar com o apoio dos companheiros para reagir dentro de campo.

“O ano foi produtivo pelo conjunto da obra. Ficamos entre os cinco melhores do Brasil, à frente de São Paulo, Corinthians e Flamengo. No Baianão fui bem, soube aproveitar a fase e vencer os clássicos. No Brasileiro tive uma queda, mas não me abati. Às vezes você trabalha e se dedica, mas as coisas não acontecem. Saio de cabeça erguida”, garantiu.

Além da força dos colegas de time, Cajá apontou o trabalho de Ney Franco como essencial para recuperar o Vitória após má fase sob o comando de Caio Júnior: “Fomos valentes para jogar de igual para igual como todos as equipes. Fomos um time aberto, para frente, armado pelo Ney, um dos melhores treinadores do País. Fizemos uma grande campanha”.

*especial para GE.net

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