Futebol/Copa do Mundo - ( - Atualizado )

São Paulo espera receber até dez seleções. México fica em Santos.

William Correia, enviado especial Costa do Sauípe (BA)

Com os grupos e os jogos da Copa do Mundo definidos pelo sorteio realizado nesta sexta-feira, as seleções conheceram as cidades em que jogarão no torneio do Brasil. Ao longo do ano, técnicos dos times classificados visitaram o País e demonstraram interesse em determinados centros de treinamentos indicados no relatório da Fifa.

O técnico dos Estados Unidos, Jurgen Klinsmann, havia manifestado interesse pelo CT do São Paulo na Barra Funda, mas só jogará no Norte e no Nordeste durante a primeira fase da Copa do Mundo. Os norte-americanos enfrentam Gana na Arena das Dunas, Portugal na Arena Pantanal e Alemanha na Arena Pernambuco. Mesmo assim, a delegação deve confirmar sua permanência na casa tricolor.

O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional de São Paulo, Julio Semeghini Neto, explicou que espera receber até dez seleções no Estado. Com o Irã definido no CT do Corinthians, o México também escolheu sua casa, ficando em Santos, apesar de só jogar no Nordeste.

Já os japoneses devem se hospedar em Itu, enquanto a Bélgica é esperada em Mogi das Cruzes. A seleção portuguesa, por sua vez, demonstrou interesse por Campinas. Já Didier Deschamps, treinador da França, terá de encarar longas viagens se quiser permanecer em Ribeirão Preto, cidade que mais agradou aos franceses durante visita em junho. A equipe irá jogar no Beira-Rio, na Fonte Nova e no Maracanã na fase de grupos.

A Suíça tem a preferência pelo Guarujá, que recebeu visitas também de representantes de Alemanha, Bélgica, Coreia do Sul, Estados Unidos, Inglaterra, Rússia e Suécia. No entanto, os suíços têm até o dia 18 deste mês para darem a resposta à cidade do litoral paulista e podem desistir, pois jogarão no Mané Garrincha, na Fonte Nova e na Arena Amazônia.

“Estávamos trabalhando para que Alemanha e Suíça ficassem no Estado de São Paulo, mas, diante do sorteio, é muito difícil que venham. A decisão é deles, mas acho improvável”, afirmou Semeghini.

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