Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Decisão é adiada na Justiça e Luiz Antônio segue sem treinar no Flamengo

Rio de Janeiro (RJ)

Mesmo com a audiência desta quarta-feira, a situação de Luiz Antônio segue indefinida no Flamengo. O jogador havia entrado com ação na justiça no final do último ano por alegar não ter recebido salários e pedia a rescisão de seu contrato. No julgamento na 16ª vara do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ficou decidida a continuidade do processo, com nova audiência marcada para o começo de setembro.

Luiz Antônio tenta antecipar tutela para finalizar o vínculo com o clube imediatamente, o que permitiria que assinasse novo contrato antes mesmo da conclusão do caso. O pedido do jogador é o mesmo que já foi negado, mas desta vez a juíza Elisa Torres Sanvicente analisará melhor a questão antes de deferi-la ou não.

Divulgação
Volante já fez juras de amor ao Flamengo e conquistou a Copa do Brasil do último ano pelo clube

Luiz Antônio era esperado na reapresentação do elenco, no último dia 8, mas optou por não aparecer e promete seguir afastado dos treinamentos do Flamengo. “Vou continuar com o processo e vamos ver no que vai dar. Tenho identificação com o Flamengo, sou Flamengo, minha família toda é, mas estou buscando os meus direitos como trabalhador. Não há clima para treinar, posso me prejudicar e prejudicar o Flamengo, já que não poderei render o meu melhor. Sigo sem treinar”, decide.

No julgamento desta quarta, novas provas foram adicionadas pelas partes para que sejam analisadas e a possibilidade de acordo foi rejeitada pelo Flamengo, que alega estar em dia quanto aos pagamentos a Luiz Antônio. Já o jogador não descarta um possível acerto para seguir na Gávea, mas, para isso, exige a reformulação de seu contrato. “Se o Flamengo quebrar esse contrato e vier com uma outra proposta que seja boa para mim e para o clube, quem sabe possamos resolver”, afirma o volante.

O atleta alega na Justiça que o clube não lhe deu férias nos anos de 2009 e 2010, apesar de ter supostamente as marcado na carteira de trabalho. Além disso, o volante ainda cobra luvas não pagas no valor de R$ 50 mil e bonificações previstas em contrato por rendimento que somam R$ 2 mil mensais, caso fosse relacionado para 60% dos jogos, e R$ 4 mil, para 80%.

Publicidade

Publicidade


Publicidade


Publicidade


Publicidade

Publicidade