Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Muricy deixa Ceni como dúvida e minimiza desentrosamento de Pereira

Helder Júnior São Paulo (SP)

O técnico Muricy Ramalho só tem uma dúvida para definir a escalação do São Paulo para a partida contra o Oeste, no domingo, no Pacaembu – o goleiro Rogério Ceni sente dores no joelho direito e será reavaliado no sábado para saber se terá condições de jogar. Novidade certa será a presença do lateral esquerdo uruguaio Álvaro Pereira no lugar de Reinaldo.

“Realmente, o Ceni sentiu bastante no último jogo. Vamos decidir amanhã o que fazer com ele”, comentou Muricy, que ainda não viu o veterano goleiro se exercitar no gramado desde a vitória por 4 a 0 sobre o Mogi Mirim, na quarta-feira, no Morumbi. Denis é o substituto imediato.

Já Pereira tem treinado normalmente e diz estar em boas condições físicas para estrear. Ao uruguaio, regularizado pelo São Paulo nesta sexta-feira, faltaria apenas adquirir entrosamento com os seus novos companheiros. “Vamos fazer mais um treinamento para ele melhorar nesse aspecto. Mas, como o jogador está acostumado ao nosso esquema tático, não deverá ter grandes problemas”, afirmou Muricy.

O técnico cogitou utilizar Álvaro Pereira até como um segundo volante, ressaltando as suas virtudes defensivas e deficiências ofensivas, porém não quis complicar nas primeiras partidas. “Para o começo, sem muito entrosamento, devemos facilitar para o jogador e fazer o mais simples. Por isso, ele vai jogar de lateral. É um atleta com uma experiência boa, mas não vamos complicar para deixá-lo mais à vontade”, disse.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Muricy Ramalho ainda não sabe se poderá contar com Rogério Ceni na partida contra o Oeste
O restante da formação do São Paulo será o mesmo da rodada passada do Campeonato Paulista. Muricy Ramalho aprovou o esquema tático com três atacantes, que permite explorar a velocidade de Osvaldo e Ademilson pelos lados do campo. “É o sistema utilizado em todo o mundo. Só precisamos insistir para os caras de lado recomporem um pouco mais, porque não temos essa cultura no Brasil. Mas, como estávamos com dificuldades de fazer gols, devemos usar o que temos de melhor no momento. E é isso aí”, concluiu.

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