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Novo reforço do JEC recorda incidente com arma química na Síria

Joinville (SC)

O meia Vítor Sonny, de 26 anos, é uma das apostas do Joinville para a temporada de 2014. Durante sua apresentação oficial no Coelho, o armador fez questão de ressaltar sua experiência nos gramados internacionais, onde recordou um incidente fatídico. Na Síria, quando defendia o Al-Shorta, o jogador escapou de um ataque químico que atingiu a capital, Damasco. A tragédia fez com que o atleta procurasse imediatamente o presidente do clube, exigindo uma transferência imediata. Assim que acertou sua recisão, foi morar no Líbano, mas rapidamente se rendeu às propostas de seu país natal.

“Quando eu cheguei, a Síria já estava em guerra. Meu susto maior foi durante um ataque de arma química. Eu estava a aproximadamente 25 quilômetros da confusão, em Damasco. Depois disto, tivemos o respaldo do presidente para ir embora. Fomos morar no Líbano, mas rapidamente aceitei essa proposta vinda do Brasil”, ressaltou Sonny. Na ocasião, 1.300 pessoas foram vitimadas pelo incidente, que acentuou os conflitos no país.

Contudo, antes de chegar ao Joinville, o atleta estava treinando no São José, clube que disputa a Série A-2 do Campeonato Paulista: “Eu tive uma passagem muito boa pela Águia do Vale (em 2009) e a torcida pedia a minha volta. Assim fizeram uma proposta e eu aceitei. Porém, o César e o Nereu me procuraram. Aqui tenho um planejamento de um ano todo, enquanto que em São Paulo é só durante a disputa da Segunda Divisão do Estadual. Isso me motivou, além de estar em um clube de maior expressão”, salientou.

O Joinville estreia no Campeonato Catarinense no dia 26 de janeiro, domingo, às 17 horas, diante do Criciúma, na Arena.

Divulgação/Joinville E. C.
Vítor Sonny, à direita, corre ao redor do campo, em atividade comandada por Hemerson Maria

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