Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Com apelido de ídolo são-paulino, França agradece acolhida no Verdão

William Correia São Paulo (SP)

Autor do golaço que garantiu a vitória sobre o XV de Piracicaba nessa quarta-feira, França chegou ao Palmeiras dizendo que torcia para o clube na infância, mas o seu apelido vem por semelhança com ídolo são-paulino chamado da mesma maneira. O volante, contudo, tem muito mais a agradecer ao Verdão.

Emprestado pelo Hannover até o fim do ano, o meio-campista nem entrou em campo pelo clube alemão em 2013 por conta de uma tuberculose diagnosticada pouco antes de sua estreia. Agora, já sente o carinho da torcida palmeirense mesmo com cinco partidas apenas pelo clube.

“No começo, eu não imaginava o carinho da torcida, mas sabia que, quando fosse entrando nos jogos, iam me apoiar pela forma que me entrego”, comentou o camisa 28 que se disse palmeirense ao ser apresentado, há um mês, mas que carrega um apelido são-paulino.

“França veio de pequeno. Eu tinha 10, 11 anos, entrando na escolinha com cabelo enroladinho, magrinho. Eu parecia o França, do São Paulo.” França é um dos maiores artilheiros da história do clube do Morumbi, com 182 gols, e estava no auge da idolatria tricolor quando o hoje volante do Verdão ouviu a comparação, entre 2001 e 2002.

O Palmeiras, contudo, é o principal pensamento do forte jogador que deixou a tuberculose para trás. “No começo, fiquei muito triste, me abateu um pouco, mas fui conseguindo ter força de vontade de novo e hoje estou de pé”, sorriu.

“Não tive um ano muito bom, já vim preparado pela desconfiança por não estar jogando. Mas tive o apoio da diretoria, do treinador, dos meus empresários. Está dando tudo certo no Palmeiras e espero retomar a minha carreira”, continuou o agora sorridente atleta de 25 tatuagens espalhadas pelo corpo.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Volante era atacante magrinho e de cabelo enrolado na infância e foi comparado ao França, do São Paulo

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