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Com futuro incerto, Neilton acha difícil trocar Santos por Timão

Do correspondente Diego Diegues Santos (SP)

O atacante Neilton ainda se recupera de contusão e com o seu contrato vencendo em maio de 2014, tem sido alvo de diversos clubes, entre eles Corinthians e Cruzeiro. Porém, o jovem de 19 anos ressalta que seu pensamento é de curar a lesão e voltar aos treinos com bola, para depois definir seu futuro como jogador profissional.

Em entrevista à Rádio ESPN, nesta quarta-feira, o jovem atacante acha difícil trocar o Santos pelo Corinthians e afirmou que ficou sabendo do interesse através da imprensa. “Me falaram que há interesse sim, mas estou procurando dar a prioridade aqui. Estou em fase de tratamento e quando eu voltar espero que tudo esteja resolvido. Ir para o rival é ruim. Respeito bastante o Santos. Se não der certo aqui, espero que dê certo em outro lugar" disse Neilton.

Por outro lado, com o aval do Santos, Neilton viajou até Belo Horizonte para negociar com dirigentes do clube mineiro, que após descobrirem o valor da multa contratual – R$ 500 mil – para tirar o jogador antes do encerramento de seu contrato, acabaram se afastando e aguardam o fim do vencimento para se reforçar com o atleta.

O presidente do Santos, Odílio Rodrigues, já avisou que não fará nenhuma loucura para permanência do atleta. Segundo ele, desde que Neilton aceite as condições financeiras e políticas do clube o jogador será bem-vindo. "O jogador tem preferência em ficar no Santos, e o clube tem vontade de que ele permaneça. Evidentemente, o Santos tem critérios e ele aceitando esses critérios será sempre bem-vindo", afirmou.

As negativas do aumento salarial para Neilton acontecem, porque o Santos costuma adotar a mesma cautela para renovação de contrato dos jogadores que se destacam na base, e para não criar nenhum tipo de mal-estar, a direção santista opta por seguir os mesmos parâmetros de valores. "O Santos tem uma política. A gente trata os meninos nascidos em 93 e 94 de uma maneira homogênea, pois não podemos criar diferentes significativas entre os jogadores do mesmo nível. Se fizéssemos isso, criaríamos um efeito dominó injusto", ressaltou Odílio Rodrigues.

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