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DIS cobra R$ 5 mi atrasados por Ganso, e São Paulo busca acordo

Tossiro Neto São Paulo (SP)

Braço esportivo do Grupo Sonda, o DIS cobra do São Paulo R$ 5 milhões referentes à compra de mais 10% dos direitos econômicos de Paulo Henrique Ganso exigida em contrato caso o meia atuasse em no mínimo 70% dos jogos em 2013. Ainda em fase amistosa, as duas partes deverão se reunir nesta semana em busca de um acordo.

A dívida foi confirmada à GE.net pelo diretor financeiro do clube, Osvaldo Vieira de Abreu, que preferiu não se alongar no tema. Segundo ele, o assunto está sendo tratado diretamente pela diretoria de futebol. Nem o vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, nem o gerente do setor, Gustavo Vieira, no entanto, atenderam ao contato da reportagem.

No momento da compra que tirou Ganso do Santos, em setembro de 2012, o São Paulo adquiriu 32% dos direitos econômicos do meia, sendo o restante pertencente ao DIS. Mas uma cláusula no documento tornava automático o repasse de mais 10% ao clube desde que o jogador atuasse em no mínimo de 70% da temporada passada - Ganso foi a campo em 66 dos 83 compromissos (79,5%).

Inicialmente, o fundo de investimentos aceitará um acordo, como por exemplo o parcelamento da dívida. Não descarta, no entanto, acionar o São Paulo judicialmente.

Ganso tem contrato até 20 de setembro de 2017 e, após a saída de Jadson para o Corinthians, tornou-se definitivamente o principal nome do meio-campo da equipe. Homem de confiança do técnico Muricy Ramalho, com quem já havia trabalhado no Santos, ele herdou a camisa 10 do ex-colega.

Além de deter 68% dos diretos do jogador, a empresa que cobra os R$ 5 milhões do São Paulo também era responsável por gerenciar sua carreira. No meio do ano passado, a parceria foi desfeita, e Ganso passou a ter um agente particular para tomar conta de seus interesses profissionais.

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