Futebol/Campeonato Paulista - ( )

Jejum são-paulino em clássicos põe mais pressão para domingo

São Paulo (SP)

Não bastasse a campanha instável no Campeonato Paulista, agora com quatro pontos de distância para o primeiro colocado de seu grupo, o São Paulo recebe o Santos, no domingo, com o peso de não vencer um clássico há mais de um ano.

O último clássico vencido foi em dezembro de 2012, na rodada derradeira do Campeonato Brasileiro, sobre o Corinthians, no Pacaembu. De lá para cá, nos enfrentamentos contra os outros três grandes do futebol paulista, o São Paulo acumulou quatro empates e sete derrotas - a mais recente no começo deste mês, para o Palmeiras.

Djalma Vassão/Gazeta Press
"Uma hora, vamos ganhar um", diz o atacante Luis Fabiano, que vivencia todo o período sem vitória
"Clássico é onde você mostra toda a sua força, e a gente sabe que está devendo. Esperamos sair com um bom resultado do próximo", disse o zagueiro Paulo Miranda, após o empate de quinta-feira com o São Bernardo, no ABC.

O atacante Luis Fabiano, que também vivenciou todo o período sem vitórias, atribui menos importância aos números. "Isso é (superado) com tranquilidade. Em 2012, ganhamos praticamente todos. Em 2013, tivemos dificuldade. Clássico se decide no detalhe, e vamos jogar em casa. Uma hora, vamos ganhar um clássico", comentou o artilheiro são-paulino, com cinco gols no ano.

O primeiro clássico da temporada, frente ao Palmeiras, foi tido por Muricy Ramalho como o primeiro grande teste. Dele, o São Paulo saiu reprovado ao perder por 2 a 0. Menos de um mês depois, diante de outro grande rival, o treinador ainda não conseguiu dar jeito ao seu time, que conquistou 14 dos 27 pontos disputados e está atrás do modesto Penapolense na classificação.

"Estamos jogando em um nível razoável", reconheceu, em São Bernardo, na quinta-feira, um dia antes do começo dos trabalhos para a próxima partida, marcada para o Morumbi.

Um novo tropeço em clássicos pode ameaçar não apenas o conforto na segunda colocação - o terceiro colocado, Linense, está quatro pontos abaixo - como também romper de vez a paz da torcida com a equipe que, na temporada passada, limitou-se a escapar da segunda divisão nacional.

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