Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Kleina admite "rotação abaixo" e absolve juiz na expulsão de Kardec

William Correia São Paulo (SP)

Gilson Kleina admitiu que a complicada vitória por 1 a 0 sobre o Ituano não foi mais tranquila porque o Palmeiras teve atuação abaixo do esperado. Nesta quarta-feira, o técnico, contudo, apontou que o time foi à frente para superar as próprias deficiências e somar três pontos no Pacaembu.

“Nossa equipe estava com a rotação um pouco abaixo, em função de várias situações. Mas não deixou de buscar a vitória”, apontou, ressaltando que o adversário desperdiçou oportunidade clara com o meia Cristian, no primeiro tempo, e mostrou seu poder de levar perigo.

“No primeiro tempo, tiveram a chance de ouro e o Prass fez grande defesa. No segundo tempo, com um minuto e meio, tínhamos criado duas chances. Sabíamos que tínhamos que sair na frente para ter o resultado”, comentou o treinador.

“Foi um jogo difícil. Sabíamos que enfrentaríamos uma equipe que tem uma retomada forte atrás da bola e jogadores leves na frente. Teríamos não só que roubar a bola, mas uma saída mais rápida. Tivemos dificuldade”, prosseguiu Kleina.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Técnico do Palmeiras não ficou irritado com a arbitragem da vitória sobre o Ituano
Para mudar a dinâmica do apático time, o técnico trocou Mazinho por Marquinhos Gabriel no intervalo e, ao longo do segundo tempo, lançou a equipe à frente ao sacar o volante Josimar e promover a estreia de Bruno César.

“Com as mexidas, buscamos outra situação. A entrada do Bruno foi para articular, aproximar do Mendieta. Colocamos os armadores e a equipe melhorou. Foi um jogo que teve várias mudanças pelas circunstâncias”, disse o treinador, que ainda trocou França por Eguren por conta de lesão.

Mas o maior benefício das substituições veio na falta que Bruno César sofreu, aos 33 minutos do segundo tempo, e que gerou a expulsão do lateral esquerdo Dener. “Com a expulsão, soubemos aproveitar o homem a mais, buscamos a vitória merecida”, vibrou.

Em relação ao cartão vermelho mostrado a Alan Kardec por se desentender com Jackson Caucaia, o treinador absolveu o árbitro. “O Kardec tentou parar na frente da bola, mas vi também que o árbitro ficou encoberto. Para não ter violência, priorizou o vermelho. Foi bem perto, mas ele estava encoberto”, defendeu.

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